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STIS 2014

6. Agosto: Português como língua estrangeira

cartaz STIS agosto 2014

STIS - Seminários Teóricos Interdisciplinares do SEMIOTEC

Luis Goncalves e Jose Luiz

Conferência STIS AGOSTO 2014

Dia 22 de agosto das 14 às 16:00, na Sala de Conferências do STIS

Uma proposta de formação do professor de PLE: focos programáticos.

(Luís Gonçalves – Universidade de Princeton)

Resumo

Nesta apresentação, observamos a experiência do National Council of Less Commonly Taught Languages (NCOLCTL) em relação à capacitação adequada e contínua de professores de línguas estrangeiras e quanto à criação de instrumentos adequados para o ensino de línguas estrangeiras.

Examinamos o programa de formação de professores e a sua edição exclusivamente dedicada a professores de português como língua estrangeira (PLE). Vemos a importância dos vários aspetos em foco no programa para a formação de um professor de PLE eficaz. Exploramos as crenças dos professores e alunos em relação ao processo de ensino/aprendizagem e o seu impacto nesse processo; o historial das metodologias de língua estrangeira que justifica o que fazemos hoje em dia; os níveis de proficiência da ACTFL e a como utilizá-los; o ensino de línguas estrangeiras como processo através do desenvolvimento de módulos comunicativos; a ação pedagógica dentro dos modos comunicativos; as formas de ensino da gramática em contexto; as normas e o feedback positivo para a aula; exemplos da utilização eficaz das TICs na aula de PLE; e, formas de avaliação da performance dos alunos.

Dado os resultados positivos obtidos por este programa nos EUA, ele pode claramente servir de modelo para ações semelhantes, em particular na otimização dos programas de formação de professores.

 

Ensinar Língua Portuguesa na Croácia, primeiras anotações de uma experiência

(José Luiz Foureaux de Souza Júnior)

Resumo

O texto apresenta notas alinhavadas a partir de experiência concreta em Zagreb, capital da Croácia, no período compreendido entre Maio de 2008 e Junho de 2010. O intuito é discorrer sobre a concretude de prática pedagógica aliada a trabalho de divulgação e sedimentação cultural de uma das variantes da Língua Portuguesa. A partir da constatação do interesse dos estudantes croatas pela Língua Portuguesa e sua cultura, a experiência com a variante brasileira foi construída e desenvolvida a partir de demandas circunstancias vinculadas ao estágio de aprendizado das turmas com as quais trabalhei. Longe de ser um “artigo científico” e/ou relatório teórico documental de práticas, metodologias e/ou teorias acerca do ensino de Língua Portuguesa como língua estrangeira. Nada mais é que mero relato de experiência, sem expectativas de “resultados”.