STIS 2012

5. Junho: Redes Sociais e Movimentos Sociais

5.1. registro junho

 Registro da Conferência em chat escrito, de 1 de Junho de 2012:

 

As redes virtuais e os movimentos sociais

 conferencista: Woodson Fiorini de Carvalho/UFMG

 

moderador: Profª Delaine Cafieiro - FALE/UFMG

 

[14:05] {acris} Pessoal, vou moderar a sala por 60 minutos, para a conferência. Moderar o canal significa que somente o palestrante Woodsonfc e a moderadora Delaine serão lidos por todos.
[14:05] {acris} Os organizadores podem ler o que todos escreverem e guardarão eventuais perguntas feitas durante a conferencia.
[14:06] {acris} No final, abrimos para perguntas. Delaine e Woodsonfc prontos?
[14:06] {Delaine} Ok
[14:06] *** acris ajusta modo +m
[14:06] *** acris ajusta modo +z
[14:06] {Woodsonfc} positivo e operante
[14:06] {acris} podem começar
[14:07] {Delaine} Então, eu começo agradecendo o convite para estar aqui.
[14:07] {Delaine} Agradeço a professora Ana e todo o gruo do STIS
[14:07] {acris} nós é que agradecemos, Delaine
[14:07] {Delaine} Muito obrigada pela confiança e pelo prazer de aprender com vocês neste espaço
[14:08] {Delaine} Começo apresentando do Woodson Fiorin de Carvalho, que conheço apenas virtualmente.
[14:09] {Woodsonfc} Eu que agradeço sua presença Delaine
[14:09] {Delaine} Gostaria de poder em breve conhecê-lo presencialmente.
[14:09] {Delaine} Woodson é aluno da UFMG há bastante tempo. Fez graduação em Português e suas Literaturas, graduação em Italiano e suas Literaturas; em Português e suas Literaturas; em Espanhol e suas literaturas. Seu mestrado foi em Estudos Linguísticos também na UFMG. Atualmente é professor da Prefeitura de Belo Horizonte e está cursando o doutorado em Estudos Linguísticos: Análise do Texto e do Discurso: Semiótica, como orienta
[14:09] {Woodsonfc} idem Delaine
[14:10] {Delaine} Neste evento Woodson vai apresentar um trabalho inédito: “As redes sociais e os movimentos Sociais’ que visa refletir sobre configurações passionais  das “amizades” em redes virtuais.
[14:10] {Delaine} Obrigada por sua participação Woodson, queremos aprender muito com você.
[14:10] {Delaine} Eu lhe passo a palavra e você terá 60 minutos para expor
[14:10] {Delaine} Depois disso abrimos para o debate. Agora é com você
[14:11] {Woodsonfc} Creio que quem irá aprender serei eu
[14:12] {Woodsonfc} Espero poder corresponder a espectativa criada
[14:12] {Delaine} A palavra é sua agora.
[14:13] {Woodsonfc} Na verdade o tema dessa conferência é uma chute inicial do que pretendo desenvolver como continuidade
[14:13] {Woodsonfc} do que desenvolvi na Pesquisa de doutorado
[14:13] {Woodsonfc} Defenderei, aliás, no próximo dia 13 de junho
[14:14] {Woodsonfc} Se tiverem tempo podem ir a sala 2001 às 14h tb na Fale ufmg
[14:15] {Woodsonfc} Vamos ao que interessa!
[14:15] {Woodsonfc} As redes virtuais e os movimentos sociais talvez não seja o título mais adequado
[14:17] {Woodsonfc} para essa conferência, pois o que irá nortear esses dois temas será a "amizade"
[14:17] {Woodsonfc} Nos últimos anos, a imprensa tem relacionado as Redes Sociais digitais a movimentos sociais e políticos de grande e pequena envergadura que estão ocorrendo em diversos lugares do planeta e no ambiente digital (Internet).
[14:17] {Woodsonfc} Essa relação ficou mais evidente a partir dos movimentos que conduziram à recente insurgência popular de alguns países do Oriente Médio e África contra as tiranias ali estabelecidas por muitos anos, fenômeno que ficou conhecido como a “primavera árabe”.
[14:18] {Woodsonfc} Temos visto, no meio digital, várias iniciativas de movimentos como, por exemplo, os do site Wikileaks (pela liberdade de informação), de sites como Petição Pública Brasil www.peticaopublica.com.br/ ou Manifesto Livre www.manifestolivre.com.br/ que permitem criar,
[14:18] {Woodsonfc} armazenar e difundir Abaixo-assinados e de comunidades de hackers que intervêm e atacam sites de instituições governamentais e particulares consideradas opressivas a fim de não só as denunciar mas de pressioná-las e combatê-las procurando forçá-las a mudar sua postura e atitude.
[14:19] {Woodsonfc} Para além da comprovação da veracidade desse argumento que vincula a escalabilidade do fenômeno histórico e político dos movimentos sociais ao apogeu das redes sociais digitais ou ao incremento do acesso a Internet, sua popularidade, considerada como um território “livre”, supomos
[14:19] {Woodsonfc} que esta vinculação só é possível de ser pensada graças a uma frequente matéria prima que funda a intencionalidade de ambos, como um dos componentes simbólicos que impulsionam essa relação solidaria que acontece em rede antes mesmo que a Internet existisse: a amizade.
[14:20] {Woodsonfc} Então, é a amizade que será o componente como podem ver a ser discutido aqui
[14:20] {Woodsonfc} Parece haver, portanto, entre os movimentos sociais e as redes digitais, elementos sintáticos e semânticos comuns que as conectam e permitem potencializarem-se uma a outra.
[14:21] {Woodsonfc} O que pretendemos propor é pensar as configurações passionais dessa “amizade” que estão por trás dos discursos que promovem esse comportamento epidêmico que se dissemina na forma de uma rede de conexões solidárias tanto nos movimentos sociais quanto nas redes sociais
[14:22] {Woodsonfc} Esqueci de falar o código da palestra woodson-stis
[14:23] {Woodsonfc} woodson-stis coloquem aí à sua direita
[14:23] {Woodsonfc} Podem colocar no slade 2
[14:23] {Delaine} Ok.
[14:24] {Woodsonfc} Já tem gente caindo no sistema
[14:24] {Woodsonfc} Propomos começar essa investigação pela análise dos discursos dos movimentos sociais a partir da ótica da teoria semiótica das paixões que pretende identificar nos textos as “paixões de papel” que esses discursos suscitam, enquanto “qualificações modais que modificam o sujeito do estado”: o fazer persuasivo do destinador e interpretativo do destinatário da mensagem.
[14:25] {Woodsonfc} Redes de Relacionamento ou Redes Sociais são, atualmente, sites que permitem uma conexão síncrona e/ou assíncrona entre seus usuários por meio de uma interface gráfica, multimodal, com a finalidade principal de fazer e manter relacionamentos
[14:26] {Woodsonfc} O termo Rede Social é mais amplo do que a acepção aqui utilizada, que se restringe aos sites do ambiente digital: networking social.
[14:26] {Woodsonfc} Uma rede social é uma estrutura social composta por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) - designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio. (Wikipedia Rede Social, 2010)
[14:27] {Woodsonfc} Contudo, essas redes sociais digitais estão inseridas num universo mais amplo de investigação que constituem as relações sociais que funcionam como uma rede.
[14:27] {Woodsonfc} A Análise de Redes Sociais analisa as relações sociais com base na Teoria de Redes (network theory). Os nós (nodes), actores individuais que formam a rede, e os laços (ties), as relações que unem os atores, são as duas noções fundamentais da Teoria de Redes.(Wikipedia Rede Social, 2010)
[14:27] {Woodsonfc} A investigação sobre Redes de Relacionamento ou Redes Sociais1, por sua complexidade, remete a vários temas, campos do conhecimento e diferentes possibilidades de abordagem.
[14:28] {Woodsonfc} Elas são um fenômeno recente que incorpora e mescla características e tecnologias de diversas ferramentas interativas1 já existentes na Internet.
[14:28] {Woodsonfc} O advento dessas Redes promove a criação de novas ferramentas e novos formatos que vão sendo desenvolvidos para incrementar as possibilidades de interação no ambiente digital
[14:28] {Woodsonfc} É frequente a mudança de formato desses sites e seus aplicativos sempre sofrem alterações para adequar-se às necessidades de seus usuários, às pressões econômicas do mercado e às constantes inovações e aperfeiçoamentos que os meios informáticos vêm apresentando. Uma infinidade de programas e novas linguagens de programação, que são difundidos pela Internet, são incorporados a essas redes .
[14:29] {Woodsonfc} A própria Internet foi concebida, originalmente, como uma rede de relacionamento.
[14:29] {Woodsonfc} A Internet já é, de certa forma, uma grande Rede de Relacionamento e tudo que está nela visa estabelecer relações entre os usuários, estabelecendo interconexões entre suas ideias, atitudes e práticas.
[14:30] {Woodsonfc} Ela tornou-se um meio de comunicação bastante intrincado, dada a quantidade e variedade de atividades que, atualmente, podemos realizar por meio da Internet.
[14:30] {Woodsonfc} As mudanças que vem sendo operadas na forma de as pessoas e instituições estabelecerem suas relações por intermédio dela, alterando vertiginosamente o cotidiano em que vivemos, integrando-nos a todo o mundo e, ao mesmo tempo, acelerando e automatizando processos, tem, aparentemente, mudado a forma de nos relacionarmos.
[14:30] {Woodsonfc} É preciso distinguir as Redes Sociais quanto a sua finalidade
[14:31] {Woodsonfc} Diferentemente do Second Life1, que pertence a uma nova geração de ambientes digitais em 3D, a Rede Social de que falamos não pretende criar uma segunda vida, em que os participantes simulam alguns aspectos da vida real e social em um ambiente digital tridimensional.
[14:31] {Woodsonfc} http://pt.wikipedia.org/wiki/Second_life
[14:32] {Woodsonfc} O Second Life é também usado como uma rede social, mas não é para esse objetivo que foi feito, ou seja, o de aproximar pessoas da vida real, mas para  manter os participantes desse mundo digital distantes de sua “entediante” vida e envolvidos em um jogo que propõe uma vida paralela.
[14:32] {Woodsonfc} As redes sociais procuram, em parte, reproduzir, no ambiente digital, as interações sociais existentes, organizando e refletindo as formas de relacionamento social da vida real.
[14:32] {Woodsonfc} Ele é, portanto, o lugar ideal para se pesquisar, no ambiente digital, essa produção linguageira que busca estabelecer e manter relações de intimidade com o outro.
[14:33] {Woodsonfc} O que pretendemos é como observou Greimas(1976, p. 39), ao discorrer sobre a disciplina “Comunicação Social” e sobre a “Dimensão Semiótica da Sociedade”, o objetivo é:
[14:33] {Woodsonfc} "(…) encontrar uma abordagem que permita compreender e descrever de que maneira o indivíduo, nesse novo contexto , consegue transcender a si mesmo e juntar-se ao outro, de que maneira ele se integra e vive sua integração nos grupos sociais, emfim,quais são as “representações coletivas” novas, ao mesmo tempo coercitivas e assumidas, que fazem dele um ser social."
[14:34] {Woodsonfc} slade 2
[14:34] {Woodsonfc} Analisaremos, portanto, uma notícia do site do Greenpeace “Floresta de carvão e violência”, uma peça de caráter publicitário que promove um ativismo ambiental. Pensamos que esses discursos pretendem vincular esses indivíduos a esse ativismo pela evocação ou invocação da paixão complexa fiduciária que conhecemos como amizade.
[14:35] {Woodsonfc} Falamos sobre as Redes e vamos voltar nelas. Essa peça que introduz aqui o tema dos Movimentos Sociais
[14:36] {Woodsonfc} Acreditamos que essa amizade de tipo solidário parece ser a “paixão” que consubstancia movimentos e redes sociais, pois fomentam o discurso do primeiro e dão substância e existência ao segundo.
[14:36] {Woodsonfc} Entretanto, os discursos desses movimentos preveem no seu programa narrativo um anti-sujeito e ou anti-objeto que permitem convergir desejos e objetivos que agregam um determinado grupo que, em princípio, se posiciona de forma antagônica a outro(s) grupo(s), fenômeno que o discurso que funda e estrutura as redes sociais, que têm caráter mais neutro e genérico, não parece ocorrer.
[14:37] {Woodsonfc} Veremos, então, de forma um tanto condensada a descrição sintática que se faz da relação dos sujeitos ditos amistosos com o mundo partindo da descrição narrativa dessas relações.
[14:38] {Woodsonfc} Segundo Barros (2001, p.63) para explicar as paixões é preciso recorrer às relações actanciais, aos programas e percursos narrativos para determinar o sujeito que quer ser, o objeto de seu desejo, o sujeito em que outro sujeito crê, o destinador a quem o sujeito passional quer fazer bem.
[14:39] {Woodsonfc} Temos abrir um parênese aqui para dizer que estamos tomando as redes sociais e tudo que será analisado aqui como TEXTO
[14:40] {Woodsonfc} Para a Semiótica Francesa (ou Greimasiana), a noção de texto implica a junção de dois planos: um plano de conteúdo (o do discurso) e um plano de expressão (verbal ou não verbal: visual, sonoro, gestual etc). Trata-se, pois, de um conceito bastante amplo que não se limita ao texto verbal. (…)
[14:40] {Woodsonfc} O prefixo sin- (de sincrético) traz o sentido de unidade e integração. Logo, as diferentes linguagens mobilizadas na construção de uma “rede social” ou um manifesto do “greenpeace”, ao mesmo tempo em que são potencializadas, perdem suas particularidades para permitir a emergência de um “todo” verbovisual, em elementos que se articulam tanto por jogos sonoros (ritmo, rima, entonação) quanto por dimensões plásticas (topológicas, eidéticas e fotocromáticas). (LARA, 2010
[14:41] {Woodsonfc} Os exemplos dados por La
[14:41] {Woodsonfc} LARA
[14:41] {Woodsonfc} não são esses, eu que os coloquei aí no lugar dos que ela deu
[14:42] {Woodsonfc} Segundo Barros (2001) “a teoria semiótica caracteriza-se por construir métodos e técnicas adequadas de análise interna, procurando chegar ao sujeito por meio do texto”. O texto é, para a semiótica, meramente a manifestação expressa de um conteúdo imanente, “uma máscara sob o qual é preciso procurar as leis que regem o discurso”.
[14:42] {Woodsonfc} A construção do sentido do texto, o discurso, decorre de um percurso gerativo do conteúdo “que vai do mais simples e abstrato ao mais complexo e concreto” que é anterior e independente da manifestação, o texto linguístico, pictórico, gestual, icônico, etc.
[14:43] {Woodsonfc} A existência do sujeito no texto, para a semiótica, a princípio, resultou da ação, por uma transformação dele com o objeto, e “chegou à manipulação, relação intersubjetiva de comunicação entre destinador e destinatário”.
[14:43] {Woodsonfc} Caiu mais um
[14:43] {Woodsonfc} Entretanto, essa comunicação não se reduz ao conhecido modelo jacobsoniano, mas ao fazer interpretativo e persuasivo dos actantes, que, “enveredou a semiótica pelo caminho da modalização” que, em um primeiro momento, foi aplicada ao fazer dos sujeitos actantes e que, consequentemente, evoluiu para a modalização do ser que resultou na semiótica das paixões. As paixões devem ser entendidas como “efeitos de sentido de qualificações modais que modificam o sujeito do estado”.
[14:45] {Woodsonfc} passem os slades até PLANOS E NÍVEIS DO DISCURSO
[14:46] {Woodsonfc} Então texto é a junção do Plano da Expressão a um Plano do Conteúdo
[14:46] {Woodsonfc} Vejam exemplos que coloquei nos dois slades seguintes
[14:46] {Woodsonfc} Esqueci de numerá-los
[14:46] {Woodsonfc} perdão
[14:47] {Woodsonfc} Aí vemos duas figuras como analogias dos planos
[14:48] {Woodsonfc} Podem seguir para os NIVEIS img 6
[14:48] {Woodsonfc} No texto “Floresta de carvão e violência” 1 do site do Greenpeace, há uma imediata apresentação dos anti-objetos que compõem o “cenário” a que os ativistas do movimento irão se opor e promover o seu protesto: “Desmatamento, invasão de terras indígenas e trabalho escravo”.
[14:49] {Woodsonfc} Disponível   em: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Floresta-de-carvao-e-violencia/ acessado em: 30 de Maio de 2012
[14:49] {Woodsonfc} O “protesto” é uma forma considerada “pacífica” de enfrentar os anti-sujeitos responsáveis pelos anti-objetos destacados. Elencar os anti-objetos como alvo da sanção pragmática dos ativistas decorre de um programa narrativo que não pretende simplesmente sancionar de forma pragmática os sujeitos negativamente, como faria um grupo militar ou paramilitar distinguindo os sujeitos como amigos vs inimigos.
[14:49] {Woodsonfc} O alvo preferencial desses grupos, produz um discurso que costuma justificar uma sanção pragmática pelas “vias de fato”, ou seja, pelo uso de força que pretende dissuadir e eliminar o anti-sujeito. Entretanto, o Greenpeace tem por princípio e valor a inviolabilidade da vida que é precondição indispensável dessa sanção1.
[14:50] {Woodsonfc} A amizade nesse caso, ainda que coloque em confronto sujeitos em polos ideológicos frontalmente opostos sob o qual são construídos e interpretados discursos como os dos guerreiros que produzem grande apelo passional e emocional, não se anula o princípio subjacente a outra paixão o “amor universal” como ocorre nos discursos de ódio produzidos entre facções rivais como houve entre os nazistas em relação aos judeus ou entre os sionistas e os nazistas.
[14:50] {Woodsonfc} Com base em proposta de Zilberberg e Fontanille (2001, p. 27), feita para mostrar como os valores tomam forma e circulam no discurso, Fiorin (2009, p. 4) afirma que há culturas que se veem como unidade, regidas pelo princípio de exclusão e outras como mistura, regidas pelo princípio da participação.
[14:51] {Woodsonfc} Para Fontanille e Zilberberg, (2001, p. 20-30) a cultura da triagem (do interdito) possui um aspecto descontínuo e inclina-se a cercear a circulação cultural, desacelerada pela presença do exclusivo e do excluído. A cultura da mistura, por seu lado, apresenta um aspecto contínuo que tende ao andamento rápido e a favorecer o “comércio” cultural. É, por sua vez, a cultura do permitido.
[14:51] {Woodsonfc} Entretanto, a cultura “do permitido” não é garantia da existência de uma sociedade mais justa e  democrática e a cultura do interdito não provem necessariamente em uma sociedade injusta e opressora. As sociedades para se organizarem têm que fazer triagens e misturas. Uma cultura  permissiva costuma sê-lo escondendo suas triagens.
[14:51] {Woodsonfc} Na cultura da moda, por exemplo, por mais que  modernamente venha-se buscando dar acesso amplo e politicamente correto ao sistema da moda buscando uma mistura cada vez maior de tendências, culturas, grupos e classes sociais de diferentes níveis econômicos, ela o faz ditando padrões que “naturalmente” segmentam o acesso a essa mistura, liberando o acesso por triagens que diferenciam níveis socioeconômicos, padrões de beleza, acesso a materiais etc.
[14:52] {Woodsonfc} Eles o fazem ao obliterar o conhecimento por trás da lógica subjacente ao sistema. A cultura por trás das regras do trânsito, embora resulte da explicitação de diferentes triagens, garante a circulação do trânsito ao, por exemplo, interditar uma via impedindo que dois veículos circulem pela mesma mão da via em direções opostas.
[14:52] {Woodsonfc} Supomos o seguinte quadro que delineia o horizonte da intencionalidade amistosa e os valores desejados:
[14:52] {Woodsonfc} Próximo Slade
[14:53] {Woodsonfc} PAIXÃO DE OBJETO E OU INTERSUBJETIVA
[14:53] {Woodsonfc} Atores Amigos  S1 →  (Ov) ← S2 (amado)    Tipo 1 : Rival  (exclusivo)  S1 ∩ S2 (amigos) → ∩ Ov (Descritivo Modal)   Tipo 2 : Rival – (inclusivo) Inimigo comum  S1 ∩ S2 (Aliados)  → ∩ Ov(+)  ← ∪ S3 (antisujeito / inimigo)
[14:53] {Woodsonfc} Vejam o slade seguinte
[14:54] {Woodsonfc} também
[14:54] {Woodsonfc} A amizade sempre é, então, intersubjetiva e é resultante da busca de um objeto valor – descritivo modal – que comungue o percurso desses sujeitos.
[14:54] {Woodsonfc} Dentro desse esquema narrativo, propõe-se dois programas narrativos: o primeiro que se constituí tal e qual colocado acima, que caracteriza uma “amizade exclusivista”, o que remete a lógica da triagem/filtragem, e o segundo tipo, em que se acrescenta um anti-sujeito nessa equação, contra o qual os amigos se unem. No segundo tipo, o sujeito amigo corresponde a um aliado, tipologia que nos remete à lógica da mistura.
[14:55] {Woodsonfc} Bem vinda Ana hehehe
[14:55] {acris} sorry
[14:55] {Woodsonfc} que isso
[14:55] {acris} caiu o 3g e a net ao mesmo tempo
[14:56] {Woodsonfc} "desgraça pouca é bobagem" hehehe
[14:56] {Woodsonfc} A lógica dos movimentos sociais resulta desse segundo tipo de amizade. Então, por que esse tipo de amizade que busca uma mistura e explicita suas triagens teria se potencializado através das redes sociais que possui um sistema de aplicativos que, ao que parece, esconde suas triagens e explicita suas misturas?
[14:57] {Woodsonfc} Puderam ver na imagem 9?
[14:58] {Woodsonfc} Próximo slade JUNÇÃO E PERFORMANCE
[14:58] {Woodsonfc} O microssistema social e cultural das redes sociais, como o Orkut e o Facebook observado por nós, é ambíguo nesse aspecto e oscila entre adotar soluções que permitam interditar e permitir a manifestação textual1 através de ferramentas que ora privilegiam a mistura, ora a triagem. Essas ferramentas pautam-se na regulação das relações escópicas - “ver” e “ser visto” - cotejado entre o sistema e o usuário a fim de dimensionar o espaço do que pode ser tornado público e privado.
[14:59] {Woodsonfc} Coitada da sigarofalo não fica
[15:00] {Woodsonfc} Podem ver os 3 slades seguintes
[15:00] {Woodsonfc} Redes de relacionamento mais famosas
[15:00] {Woodsonfc} Temos, então, dois sistemas: o dos movimentos sociais que explicita sua triagem em busca da homogeneidade da mistura de seus membros por ser essencialmente público e mostrar apenas essa face do movimento e o das redes sociais que é ambíguo por seu caráter ambivalente com respeito ao gerenciamento do público e do privado.
[15:01] {Woodsonfc} O Greenpeace busca a adesão do sujeito ativista à sua causa que se antagoniza a outras práticas por ele repudiadas, ele busca um sujeito escópico, que não quer não ser visto: o ativista.
[15:01] {Woodsonfc} “Foi contra esse cenário que o Greenpeace protestou hoje: a 20 quilômetros da costa de São Luís (MA), ativistas escalaram e bloquearam a âncora de um navio que estava prestes a receber toneladas de ferro gusa que seriam levadas aos Estados Unidos, com um banner escrito “Dilma,desliga a motosserra”.”
[15:01] {Woodsonfc} Para seduzir o destinatário e conquistar adesões, o sujeito “ativista do Greenpeace” deve realizar atividades de gerem grande impacto que rompam com o território do contrato que pressupõe uma aceitação passiva dos sujeitos e adentre o terreno perigoso da polêmica pelo confronto pragmático de objetivos. Porém, essa ação não deve resultar em agressividade, mas deve levar ao oponente a explicitar publicamente sua posição diante da persistência do ativista ou terá de desistir de seu propósito de dar-se por vencido
[15:02] {Woodsonfc} “O protesto no mar em frente à capital maranhense levanta questões embaraçosas sobre o comprometimento da presidente Dilma Rousseff e seu governo quanto à proteção ambiental às vésperas da Rio+20, a cúpula da ONU sobre clima, biodiversidade e desenvolvimento sustentável que começa oficialmente no dia 20 de junho, no Rio de Janeiro.”
[15:02] {Woodsonfc} Nas redes sociais, observamos que há por trás dos sujeitos ideais uma paixão escópica implícita que resulta do comportamento escópico que é modalizado por /querer-ver/ e /querer-ser-visto/. A amizade numa rede social, enquanto uma paixão intersubjetiva idealizada, é uma paixão que decorre de um /querer-ser/ (desejável) ou, mais intensamente de um /não-querer-não-ser/ (imperativa) e não de um /querer-não-ser/ (facultativa1) ou /não-querer-ser/ (indesejável).
[15:02] {Woodsonfc} O critério da quantidade de amigos é um valor euforizado, quanto mais amigos, maior é o “valor” do sujeito. Esse critério é público nas redes, ou seja, a quantidade de amigos e quem são esses
[15:02] {Woodsonfc} amigos aparecem no perfil de cada um e todos os usuários da rede podem vê-lo. O sujeito ao sincretizar-se com uma rede social, assume, então o atributo da fama valorizado pelo sistema e por esse atributo torna-se um objeto desejável.
[15:03] {Woodsonfc} A paixão amizade publicizada no aplicativo, então, é reduzida a uma mera paixão simples e intensa, assumida pelo usuário como um valor euforizado, um sujeito que, como o seu destinador, a rede social escolhida, não quer não ser visto, pois se tornou um objeto exponencialmente desejável.
[15:03] {Woodsonfc} Ter amigos em uma rede social é, então, poder ter mais amigos a partir de seus amigos. Essa é uma característica comum à maioria, senão a todas as redes sociais porque se constitui um dos motores que alavancam o seu sucesso.
[15:03] {Woodsonfc} O ativismo dos movimentos sociais pretende, evidentemente, obter a adesão de mais e mais amigos à sua causa, mas essa adesão se vê restringida pelo componente “causa”, ideológico, explicitado no programa narrativo dos movimentos sociais que, por outro lado, encontra-se apagado ou difuso no dispositivo das redes sociais.
[15:03] {Woodsonfc} O /querer-não-ser/ (facultativo) ou /não-querer-ser/ (indesejável) polêmicos também estão previstos no programa do ativismo. A amizade no ativismo vem de uma triagem da mistura por um critério bem claro.
[15:03] {Woodsonfc} Sabemos que os estados de alma estão implicados nos percursos da atividade humana, como motivadores ou como motivados por eles. Assim, podemos reconhecer alguns percursos narrativos e de estados passionais a partir da expressão de paixões ditas complexas, mesmo não tendo acesso às narrativas que as desencadearam.
[15:04] {Woodsonfc} A Semiótica, ao reconhecer que há um componente patêmico a perpassar todas as relações e atividades humanas, que ele é o que move a ação humana e que a enunciação discursiviza a subjetividade, mostra que as paixões estão sempre presentes nos textos. (FIORIN, 2007, p. 10)
[15:04] {Woodsonfc} A abordagem das paixões utilizada por Greimas & Fontanille (apud MATTE & LARA, 2007, p.51) faz emergir a dimensão passional a partir dos modelos da semiótica da ação, integrando o percurso do “fazer” ao percurso do “ser”. MATTE & LARA propõem que, o esquema passional canônico (1) pode, portanto, ser articulado ao esquema narrativo canônico (2), comportando, a exemplo deste, quatro sequências:
[15:04] {Woodsonfc} Vão até a img 20
[15:05] {Woodsonfc} Podem pular uns 4 slades
[15:05] {Woodsonfc} A AMIZADE (ESQUEMA PASSIONAL CANÔNICO)
[15:05] {Woodsonfc} Nas redes sociais, a espera, estado inicial das paixões complexas, resolve-se pelo simples reconhecer proporcionado pelo mero encontro, momento inicial do percurso passional canônico da amizade:
[15:06] {Woodsonfc} Amizade  (1’) ReconhecimentoEmpatiaConfiança/ envolvimento
[15:06] {Woodsonfc} Já nos movimentos sociais, a amizade se estabelece seguindo o percurso canônico e não podem prescindir da “empatia” e “confiança”. O problema a ser superado é como encontrar um número de adesões suficiente que dê sustentabilidade à “causa”!
[15:06] {Woodsonfc} Afinal, como revela o dito “A União Faz a Força”. Embora as redes sociais apresentem esse percurso superficial, sua neutralidade e difusão que promovem encontros fortuitos em grande escala que permitiu resolver essa falta trocando-a por um devir que faz o sujeito usuário de uma rede social um esperançoso, a espera de um amigo que lhe dê uma “causa”.
[15:07] {Woodsonfc} São essas faltas em ambos os percursos que complementam o percurso passional canônico dos sujeitos que consubstanciam os movimentos e as redes sociais.
[15:08] {Woodsonfc} Quero dizer que as Redes Sociais terminam onde os Movimentos Sociais começam
[15:09] {Woodsonfc} E a grande questão é que a Empatia e Confiança exigidos pelos Movimentos Sociais precisam do Reconhecimento proporcionado pelo "Encontro"
[15:10] {Woodsonfc} que é garantido e potencializado pelas Redes Sociais
[15:10] {Woodsonfc} Acelerei aqui e até sobrou um tempinho
[15:11] {Woodsonfc} Vou deixar para explicar o que não falei nos Slades para as perguntas
[15:11] {pipoka} otimo! Delaine?
[15:11] {Woodsonfc} Podem ver as Referências Bibliograficas
[15:12] {Woodsonfc} no último Slade
[15:12] {Delaine} Muito obrigada Woodsonf.
[15:12] {Woodsonfc} Alguém vivo aí?
[15:12] *** pipoka ajusta modo -m
[15:12] *** pipoka ajusta modo -z
[15:12] {Woodsonfc} Sobreviveram? hehehe
[15:12] {pipoka} clap clap clap clap
[15:12] {Delaine} Como eu havia dito no início, eu tinha certeza de que ia aprender muito. Sobrevivi
[15:13] {Delaine} Muita informação.
[15:13] {Delaine} Mas eu queria partilhar com você
[15:13] {Woodsonfc} Pois é
[15:13] {adelmaa} Vivíssima... clap clap clap clap para você!
[15:13] {Delaine} algo que me aconteceu hoje na assembleia dos professores.
[15:13] {Delaine} Acho que se encaixa nessa discussão
[15:14] {Woodsonfc} Diga
[15:14] {Woodsonfc} Delaine
[15:14] {Sandro_} :D
[15:14] {adelmaa} Compartilhe!!!!
[15:14] {Delaine} a apubh estava praticamente sendo acusada de só ter divulgado a eleição do sindicato pela internet
[15:14] {pipoka} afe
[15:15] {Delaine} E aí isso que você disse de onde termina as redes sociais
[15:15] {Delaine} e do começo dos movimentos sociais me pareceu muito claro na assembleia.
[15:16] {BrunoForgiarini_} Parabéns Woodson! Achei tua apresentação muito significativa. Acho que as tuas análises mostram perfeitamente a tua competência e dedicação para com o teu estudo
[15:16] {Delaine} Eu vou abrir para perguntas, acho que é isso que eu tenho de fazer agora, não é?
[15:16] {Woodsonfc} Pois é, o sistema das Redes não pode garantir Empatia e Confiança
[15:16] {Woodsonfc} Eles acontecem a revelia das Redes
[15:17] {Delaine} Isso. ficou claro para mim.
[15:17] {Woodsonfc} obrigado BrunoForgiarini_
[15:18] {Delaine} Alguma pergunta?
[15:18] {Woodsonfc} É a duras penas que a gente se aperfeiçoa
[15:18] {pipoka} tenho uma pergunta
[15:18] {Delaine} Faça
[15:18] {Sandro_} Tb tenho
[15:18] {Woodsonfc} Manda pipoka
[15:18] {pipoka} Woodson, essa frase que vocês disse "então porque esse tipo de amizade que busca uma mistura e explicita suas triagens teria se potencializado através de redes sociais que possuem um sistema de aplicativos que, ao que parece, esconde suas triagens e explicita suas misturas?" tem implicações muito interessantes, você poderia explicá-la para nós em termos não técnicos, sem o jargão?
[15:18] {BrunoForgiarini_} Eu tenho estudado sobre as Comunidades de Prática com um olhar para as redes sociais e achei muito interessante as colocações sobre isso que acabaste de te posicionas: as redes sociasi nao garantem Empatia e Cinfiança
[15:18] {pipoka} esqueci que sou pipoka
[15:19] {Sandro_} Boa, Bruno! ia justamente tocar nas comunidades de prática
[15:19] {Woodsonfc} Ok aguardem
[15:19] {Woodsonfc} Vou começar com a pipoka e logo vou para o BrunoForgiarini_
[15:20] {BrunoForgiarini_} E uma pessoa que também estudas estas questões nas redes sociais é a Professora Raquel Recuero http://pontomidia.com.br/raquel/
[15:20] {BrunoForgiarini_} ok
[15:20] {Sandro_} :D
[15:20] {Woodsonfc} Ana pipoka
[15:21] {Woodsonfc} Ora o sistema das Redes Sociais Digitais têm aplicativos
[15:21] {Woodsonfc} que permitem ver e esconder coisas
[15:21] {AnaMatte} ok
[15:22] {AnaMatte} do perfil, por exemplo, né?
[15:22] {Woodsonfc} Em uma comunidade o dono pode colocar e retirar pessoas e textos sem que ninguém saiba disso é uma triagem que se esconde
[15:22] {AnaMatte} certo
[15:22] {Woodsonfc} comunidade virtual
[15:23] {Woodsonfc} E qdo entramos no Facebook
[15:23] {Woodsonfc} vemos os amigos de nossos amigos e coisas que eles estão fazendo
[15:24] {Woodsonfc} Ou seja, estamos nos misturando às triagens que fizemos anteriormente
[15:24] {Woodsonfc} nos Movimentos Sociais
[15:24] {Woodsonfc} Fica claro as triagens feitas
[15:25] {Woodsonfc} Quem é quem a favor de quem e contra quem
[15:25] {Woodsonfc} Ou pelo menos deveria ser!
[15:25] {AnaMatte} ok
[15:26] {Woodsonfc} Quem adere a um movimentos social pertence a uma classe ou tem suas ideias estabelecidas
[15:26] {Woodsonfc} e vai se misturar a outros com ideiais semelhantes
[15:26] {Woodsonfc} Então temos dois movimentos ocorrendo
[15:27] {Woodsonfc} Nos Movimentos Sociais temos as triagens que se misturam
[15:27] {Woodsonfc} e nas Redes Sociais temos as misturas que esconde suas triagens
[15:27] {AnaMatte} então, podemos dizer que o tipo de relação esperado num movimento social tem muito mais de explicitação do específico, enquanto nas redes sociais o tipo de relação privilegiado busca apagar essas diferenças? criar identidade pelo igual?
[15:27] {Woodsonfc} Nos Movimentos Sociais as triagens estao claras
[15:28] {Woodsonfc} Sim As Redes procuram apagar as triagens que ocorrem na sociedade a fim de incrementar a adesão
[15:29] {Woodsonfc} sigarofalo para de cair! hehehe
[15:29] {AnaMatte} rs
[15:29] {AnaMatte} obrigada, Woodsonfc
[15:29] {Woodsonfc} Os Movimentos Sociais deixa suas triagens explícitas ou pelo menos diz deixar!
[15:30] {AnaMatte} é, tem isso sim :)
[15:30] {Woodsonfc} Deixa ver a pergunta do BrunoForgiarini_
[15:31] {AnaMatte} ok, obrigada
[15:32] {Woodsonfc} <BrunoForgiarini_} Eu tenho estudado sobre as Comunidades de Prática com um olhar para as redes sociais e achei muito interessante as colocações sobre isso que acabaste de te posicionas: as redes sociasi nao garantem Empatia e Cinfiança <Sandro_} Boa, Bruno! ia justamente tocar nas comunidades de prática <BrunoForgiarini_} E uma pessoa que também estudas estas questões nas redes sociais é a Professora Raquel Recuero http://pontomidia.com.br/raquel/
[15:32] {Woodsonfc} Pois é
[15:33] {Woodsonfc} Não conheço o trablho da Raquel, mas vou aproveitar e ver isso
[15:33] {Woodsonfc} O que podem nos adiantar sobre a proposta da Raquel?!
[15:33] {Woodsonfc} BrunoForgiarini_ e Sandro_
[15:34] {Woodsonfc} Se o BrunoForgiarini_ não puder falar abro pra novas perguntas!
[15:35] {BrunoForgiarini_} Ela fala sobre as redes sociais e o modo como essas relações são influenciadas
[15:35] {BrunoForgiarini_} ela tem dois livros
[15:35] {Woodsonfc} É estava dando uma olhada no blog dela aqui
[15:35] {BrunoForgiarini_} um gratuito para downloadhttp://www.superdownloads.com.br/download/84/redes-sociais-na-internet-raquel-recuero/
[15:35] {BrunoForgiarini_} e o outro elalançou recentemente
[15:36] {Sandro_} eu só pensei mesmo nas comunidades de prática...não conheço o trabalho da Raquel porque meu foco não é em redes sociais
[15:36] {BrunoForgiarini_} Conversação em rede, da editora Sulina
[15:36] {Delaine} Nosso tempo está esgotando, não é, AnaMatte? Alguma pergunta mais?
[15:36] {AnaMatte} sim
[15:37] {AnaMatte} Woodsonfc: acho melhor encerrar, ok?
[15:37] {Delaine} Então podemos encerrar?
[15:37] {Sandro_} parabéns pela exposição, Woodsonfc! Aprendi muito!
[15:37] {BrunoForgiarini_} Eu acho que as redes sociais estão num plano base que sustentam as Comunidades de Prática conforme argumental Lave e Wenger (1991) e Wenger (200*; 2012)
[15:37] {Beth_} Parabéns, Woodrson!!!
[15:37] {BrunoForgiarini_} ok
[15:37] {Woodsonfc} Ok vamos trocando figurinhas BrunoForgiarini_ e Sandro_
[15:37] {Delaine} Agradecemos, mais uma vez ao Woodson
[15:38] {vitorferreira} muito bom! parabéns
[15:38] {Woodsonfc} Talvez isso tenha a ver com o que propus
[15:38] {BrunoForgiarini_} Parabéns Woodson, seu trabalho nos conduz a muitas reflexões
[15:38] {Woodsonfc} na tese
[15:38] {JaskolcaAzevedo} Acho que nunca mais vou compartilhar uma coisa no Facebook sem pensar nisso...rsrsrs
[15:38] {Delaine} foi muito bom aprender com você. Confesso que tenho de estudar mais esta matéria. Mais foi muito bom. Parabéns.
[15:38] {nataliasperandio} Parabens pelo trabalho
[15:38] {Woodsonfc} PN de base vs PN de uso
[15:38] {Woodsonfc} BrunoForgiarini_
[15:38] {Woodsonfc} obrigado NathaliaWesterma
[15:38] {Delaine} Parabéns. Vou me organizar para ver sua defesa.
[15:38] {Woodsonfc} nataliasperandio
[15:38] {Woodsonfc} quero dizer
[15:39] {AnaMatte} muito obrigada, Delaine, muito obrigada, Wodson!
[15:39] {AnaMatte} clap clap clap clap clap
[15:39] {Delaine} obrigada a todos do grupo
[15:39] {katrine_} clap clap clap clap
[15:39] {Beth_} clap clap!!!!
[15:39] {AnaMatte} clap clap clap clap clap
[15:39] {adelmaa} Prezado Woodson, excelente apresentação, clara, direta e eficiente.
[15:39] {JaskolcaAzevedo} Seu trabalho é muito interessante e estimulador de reflexões! Parabéns!!!
[15:39] {JaskolcaAzevedo} clap clap clap clap clap
[15:40] {RaquelBrandao} clap clap clap clap clap
[15:40] {Sandro_} clap clap clap clap clap
[15:40] {Woodsonfc} JaskolcaAzevedo o que?
[15:40] {MariliaRamalho} Parabéns, Woodson; aprendi muito também.
[15:40] {sorayamontalvao} Parabéns, muito instigante seu tabalho.
[15:40] {adelmaa} O STIS agarde a Profa Delaine para preciosa moderação e ao Woodson pela sua conferência.
[15:40] {Woodsonfc} JaskolcaAzevedo obrigado
[15:40] {AnaMatte} A todos os presentes: obrigada pela participação! o prósximo stis é em agosto, divulgaremos em momento apropriado!
[15:40] {Delaine} obrigada e até breve.
[15:41] {Woodsonfc} Meu e-mail está a disposição woodsonfiorini@gmail.com
[15:41] {Woodsonfc} obrigado MariliaRamalho
[15:41] {Woodsonfc} e sorayamontalvao
[15:42] {nataliasperandio} tchau a todos
[15:42] {adelmaa} Agradecemos a todos so presentes e esperamos contar com sua participção no nosso próximo evento em agosto.

Como citar este texto:

CARVALHO, Woodson Fiorini. As redes virtuais e os movimentos sociais. In: STIS - Seminários Teóricos Interdisciplinares do Semiotec. Ano II, 2012. Disponível em: <http://stis.textolivre.org/site/index.php/artigos/12-stis/registros-das-palestras-logs/35-log-as-redes-virtuais-e-os-movimentos-sociais>. Acesso em: 27 fev. 2014.

 

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