ANFITEATRO

  Título:

ENSINO DE GRAMÁTICA OU REFLEXÃO LINGUÍSTICA? A HIPÉRBOLE NO LIVRO DIDÁTICO

Autores: Angélica Natalia Ferreira Gonçalves
Resumo:

O presente trabalho investiga como o ensino de gramática foi proposto em um material didático e qual a sua adequação aos documentos que norteiam o ensino e às novas concepções teóricas, tendo por base Antunes (2003; 2014) e Travaglia (2009). Os resultados sugerem um trabalho pouco contextualizado e pouco reflexivo com a língua, culminando em um ensino pouco significativo para os alunos.

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Anexos:

PERFIL DA AUTORA: Angélica Gonçalves

Área do Conhecimento: Educação
Categoria principal:


Ensino/Aprendizagem

Categorias Específicas: Leitura e Escrita
Gramática
Instituição: UFMG - MG
Palavras-Chave:
Mesa (1): Adriane Teresinha Sartori
Mesa (2): Isabelle Rodrigues de Mattos Costa - UERJ
Mesa (3):

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Aprovado segunda, 11 jun 2018, 21:57

Código: Adriane-13

Comentários

  • Imagem de Adriane SartoriAdriane Sartori - seg, 18 jun 2018, 19:05
    O que o professor poderia fazer para que o aluno não aprendesse a hipérbole e outras figuras de linguagem apenas como um rol de nomenclaturas?
  • Imagem de Valdiene GomesValdiene Gomes - ter, 19 jun 2018, 10:01
    Conforme explicitado no próprio artigo, deveria-se partir de um texto real, no qual estivesse explictada uma hipérbole em uso, daí verificar sua presença, a função da utilização dessa palavra, com que intenção teria sido usada....
  • Imagem de Mariotides Gomes BezerraMariotides Gomes Bezerra - sáb, 23 jun 2018, 20:49
    Verdade. Tudo tem que ter sentido, do contrário pode-se até decorar, mas aprender mesmo, só se tiver sentido! Importante demais contextualizar e refletir!
  • Imagem de Isabelle RodriguesIsabelle Rodrigues - seg, 25 jun 2018, 19:55
    Olá, meninas. Não esqueçam que para o ensino (e para tudo na vida) existem diferentes abordagens. De fato o ensino contextualizado parece ser muito mais significativo para o aluno, que acaba aprendendo melhor e mais rápido, pois, como afirma a autora "É tempo perdido o trabalho puro e simples com a memorização de conceitos, muitas vezes falhos, que são esquecidos após a avaliação". E realmente, tem muita coisa que eu não me lembro mais de ter estudado porque não foi significativo para mim! E vocês? Lembram de ter esquecido algo?
  • Imagem de Mariotides Gomes BezerraMariotides Gomes Bezerra - ter, 26 jun 2018, 10:55
    Oi meninas! Angélica, seu texto me aproxima da realidade acadêmica e isso tem um grande significado para mim! Fui aluna hospitalar muitíssimas vezes e ninguém teve coragem de me ensinar Gramática. Uma pena! Acredito no ensino contextualizado, mas acho a escola a coisa mais fina do mundo! Foi meu sonho a vida toda! Aprender as coisas que a escola ensina é atitude militante e exemplo para muitas pessoas! Obrigada por pensar alternativas para diminuir o abismo entre o que se ensina e o que é preciso aprender!
  • Imagem de Valdiene GomesValdiene Gomes - qui, 28 jun 2018, 09:50
    rsrsr Isabelle, eu me recordo de muitos momentos da minha vida escolar, de maneira especial os teatros, as aulas dramatizadas de história, meu professor maluco de química...a de língua portuguesa, por ironia, meu discurso era: estudo pra passar rápido pois odeio português! Mas, cá entre nós, amava ler todos os poemas do livro em minha casa...
  • Imagem de Angélica GonçalvesAngélica Gonçalves - qui, 28 jun 2018, 21:37
    Adriane, retomo a fala da minha colega Valdiene, seria interessante que o aluno tivesse acesso a um texto real com o qual ele tivesse a possibilidade de perceber os efeitos de sentido gerados pela hipérbole dentro de um contexto.
  • Imagem de Angélica GonçalvesAngélica Gonçalves - qui, 28 jun 2018, 21:40
    Isabelle, realmente existem várias abordagens. Cabe ao professor analisar qual a melhor para seu contexto de ensino. No entanto, infelizmente, temos vivenciado um ensino engessado, em que apenas se deposita informações em alunos que têm acesso a ferramentas de busca. É necessário mediar o aprendizado e mudar práticas. Obrigada pelo comentário.
  • Imagem de Angélica GonçalvesAngélica Gonçalves - qui, 28 jun 2018, 21:42
    Tide, espero que caminhemos para um futuro em que não haja mais queixas como a sua. Você mesma já faz um trabalho importante nesse sentido. Retribuo o agradecimento.
  • Imagem de Isabelle RodriguesIsabelle Rodrigues - sex, 29 jun 2018, 06:31
    Obrigada pela resposta, Angélica. E Mariotides, achei interessante ouvir o "seu lado da estória" (sobre o ensino hospitalar) e sua vontade de aprender (mais) gramática.
    Este é de fato um trabalho muito interessante, com muitos aspectos a se considerar. Parabéns pelo bom trabalho, Angélica!
  • Imagem de Isabelle RodriguesIsabelle Rodrigues - sex, 29 jun 2018, 17:14
    Pessoal, que tal agora fazermos um link com o que lemos no artigo e nossas experiências pessoais? Como a autora afirma, "O ensino de gramática foi, por muitos anos, o foco das aulas de língua portuguesa no país." e "Assim, não cabe mais falar em ensino de gramática, já tão consolidado em nossa cultura, mas sim em reflexão linguística. Sob essa ótica o texto é visto como um todo e a separação entre o estudo de gramática e de língua não ocorre"
    O que vocês tem a dizer sobre a sua formação na educação básica? O foco era na gramática? Ou tiveram aulas/projetos com foco no texto como um todo (poesias, narrativas, etc)?