ANFITEATRO

  Título:

CONGRESSO NACIONAL UNIVERSIDADE EAD E SOFTWARE LIVRE COMO CONTEXTO EDUCADOR: O SULEAR DE CON-SCIÊNCIAS

Autores: Eliane Lima Piske, Narjara Mendes Garcia
Resumo:

Estabelecer um diálogo com e entre os participantes é o objetivo do Congresso Nacional Universidade EaD e Software Livre. Que, somente será possível pelo e com o sulear de con-sciências ao operar pelas e com as redes de convers@ções onde, o conectar e o teclar serão necessários. Vamos começar?

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Anexos:

PERFIS DAS AUTORAS: Eliane Piske, Narjara Mendes Garcia

Área do Conhecimento: Educação
Categoria principal:
Conferências Convidadas



Categorias Específicas: Universidade
Instituição: FURG – RS
Palavras-Chave:
Mesa (1): Olga Luisa Tavano
Mesa (2): Vagno Vales Lacerda – UNEB/ UFES
Mesa (3): Ana Cristina Fricke Matte - UFMG - MG

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Aprovado quinta, 21 jun 2018, 07:05

Código: Conferência-03

Comentários

  • Imagem de Olga TavanoOlga Tavano - dom, 24 jun 2018, 13:43
    A questão das plataformas, meios, suportes, linguagens novas e inovadoras de interação entre os sujeitos no educar e se educar, apesar e pela sua riqueza e diversidade, coloca uma questão fundamental e comum a qualquer tempo: quem somos ao educar e se educar? Haveria uma permanente inconstância de nossas identidades ou o educar/se educar revela alguma identidade essencial? O que representaria o sulear de consciências diversas? Uma identidade comum, o fortalecer de uma identidade criadora ou risco de aprisionamento da pluralidade de con-sciências numa consciência coletiva?
  • okEliane Piske - qua, 27 jun 2018, 02:19
    Boa noite, Olga!
    Bacana teus questionamentos já que, escrever é uma ação que precisa e deve ser problematizada para que assim, possamos conversar. Para Maturana; Varela, (2011) a Biologia do Conhecer é a base para compreensão humana nesta perspectiva, que trouxemos o educar. É necessário mobilizar para intervir nós, não estamos dizendo que vamos mudar o mundo/sistema com a educação, mas, estamos conversando, consequentemente, modificando os atos vamos mudar as relações pelo e com o educar:

    A educação é um processo contínuo que dura toda a vida, e que faz da comunidade onde vivemos um mundo espontaneamente conservador, ao qual o educar se refere, Isso não significa, é claro, que o mundo do educar não mude, mas sim que a educação, como sistema de formação da criança e do adulto, tem efeitos de longa duração que não mudam facilmente (MATURANA, 1998, p. 29).


    A mudança que almejamos só é possível no e com o coletivo, não é mesmo? Para mudar precisamos (re)pensar, problematizar e conversar e é exatamente isso que, o Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre 2018.1 trouxe/traz ao abordar a temática “con-sciência”. Neste ano, conseguimos reunir educadores de diversas áreas do conhecimento assim como, de várias instituições de norte a sul do Brasil. Sendo assim, o sulear de con-sciências foi e é na intenção de mobilizar no e com o coletivo em estar e ser em várias direções: norte, sul, leste e oeste (sendo e tendo a nossa representação). Será que o sulear de con-sciências ao operar pelas e com as redes de convers@ções, já não está concebendo essa coletividade? O educar é algo que fazemos no nosso conviver então, o que é o educar para os educadores?
  • Olá! Sou a acris do Texto Livre!Ana Cristina Fricke Matte - qua, 27 jun 2018, 07:49
    Eliane e Narjara,
    devo começar dizendo que quase morri de encantamento ao ver, num artigo científico, a expressão "dindo"... que delícia! :)
    De fato, o que sempre me seduziu na proposta de um evento online no qual os alunos pudessem apresentar seus trabalhos, coisa que venho buscando junto com o Grupo Texto Livre desde 2007, com o Evidosol, foi esse sulear de con-sciências: um processo, antes que um esquema, um verbo, antes que um substantivo, abrir direções antes que apontar uma só. Esses dias, uma das minhas alunas-autoras perguntou como poderia afirmar, no formulário dos Anais, que o trabalho participou do UEADSL (no passado), se o evento nem tinha começado? Além da aprendizagem imediata sobre o modo de funcionamento dos eventos acadêmicos, em que o trabalho, ao entrar numa programação, já está fazendo parte do evento, então já é uma forma de participação mesmo antes daquilo que chamamos "dias do evento", essa pergunta me fez ver que a participação começou muito antes, no dia em que os alunos escreveram sua primeira proposta, um esboço ainda, um resumo de um artigo ainda não escrito. Do mesmo modo que o aluno-autor, o professor, nesse momento, também começa a construir propriamente o evento para sua turma: não o evento planejado por ele, ao decidir levar sua turma, mas um evento que, a cada passo, vai ganhar novas conotações e surpresas, desde a interação professor-aluno-comissões até a chegada dos coordenadores de mesa e do público. Vocês não acham que, para ocupar esse espaço flexível é preciso, da parte do professor, um grande amor e respeito pelas individualidades de seus alunos e estar aberto ao inesperado, pois o outro é sempre inesperado? Em última instância, o professor abre mão de controlar o ensino e passa a fazer parte da aprendizagem: o que isso traz para o ensino universitário?
    Obrigada!
    bjs
    Ana
  • Imagem de Crislaine Junqueira Aguiar SilvaCrislaine Junqueira Aguiar Silva - qua, 27 jun 2018, 10:55
    Muito bom ter na conferência de um evento um testo que problematiza o próprio evento. Trazendo à baila o contexto histórico-educacional no qual fora construído.
    Gostei muito!
    Obrigada!
    Atenciosamente,
    Cris Silva
  • okEliane Piske - qui, 28 jun 2018, 02:20
    Olá!
    Muito bom ler/conversar com vocês! Os questionamentos que foram lançados rendem boas discussões, não é mesmo? Que tal outros educadores/estudantes também interagir, pode ser?
    É muito, muito bom estar e permanecer nessa construção permanente! Gratidão pelos compartilhamentos e que venham mais, muito mais!!!
  • Imagem de Marcelo VieiraMarcelo Vieira - qui, 28 jun 2018, 18:48
    Interessante a reflexão sobre a própria iniciativa do evento. Talvez fosse interessante em proximas edições um trabalho desta natureza que levasse em consideração também o histórico do evento.
  • Imagem de Jonas Veloso SantosJonas Veloso Santos - sex, 29 jun 2018, 12:49
    Excelente abordagem ao problematizar o modelo EAD discutindo o próprio evento. A leitura torna o texto vivo, ao passo em que discute a experiência em que vivenciamos no Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre 2018.1. e a própria experiência somada às perspectivas e contribuições de cada participante vão construindo novas perspectivas para o modelo EAD. É uma autoconstrução coletiva das soluções e identificação das carências.
  • Imagem de José Adauto de Carvalho JúniorJosé Adauto de Carvalho Júnior - sex, 29 jun 2018, 20:23
    Concordo. Proposta real diante da qualidade das informações que circulam na internet,.
  • Imagem de Simone E. FonsecaSimone E. Fonseca - sex, 29 jun 2018, 23:37
    O software livre surge como uma modalidade facilitadora do compartilhamento de informação e conhecimento. Apresentar as experiências proporcionadas pela modalidade reforça a universalização do próprio conhecimento. Parabenizo os autores na escolha do tema, sobretudo pelo trabalho apresentado.