terça, 2 mar 2021, 11:32
Site: Texto Livre Eventos
Curso: Ciência Aberta: Espaço Compartilhado dos Grupos de Semiótica do Brasil (Semiótica)
Glossário: Biblioteca comentada
A

ALFENAS, Daniel A., PEREIRA-BARRETTO, Marcos R. Adaptatividade em Robôs Sociáveis: uma Proposta de um Gerenciador de Diálogos

ALFENAS, Daniel A., PEREIRA-BARRETTO, Marcos R. Adaptatividade em Robôs Sociáveis: uma Proposta de um Gerenciador de Diálogos. Memórias do WTA2012, pp.36-41. Disponível em <http://lta.poli.usp.br/lta/wta/wta-2012/trabalhos/copy6_of_wta2012e09-adaptative-search-with-multiple-unmanned-aerial-vehicles-uavs>. Acesso em 30/07/2014.

 

Abstract— Within   sociable   robots,   a   Dialog   Manager   is responsible  for  conducting  a  conversation.  This  paper  proposes architecture to convey natural conversation about things in general, lying on the use of Adaptivity combined with Episodic and Semantic memories to produce human-like behavior.Keywords— Sociable    Robots,    Dialog    Manager,    adaptive technology, episodic memory, semantic memory.

I.  INTRODUÇÃO Robôs  sociáveis  são  robôs  autônomos  que  interagem  e se comunicam   com   humanos   e   outros   agentes   físicos autônomos  seguindo  as  regras  de  comportamento  social  e  as regras associadas ao seu papel na sociedade. Parte essencial de sua   construção,   portanto,   refere-se   à   sua   capacidade   de comunicação.      A comunicação entre humanos dá-se de forma verbal e não verbal.  Assim,  deve-se  aliar  a  capacidade  de  expressão  em linguagem  natural  à  habilidade  de  compreensão  e  expressão não-verbal,  com  especial  destaque  às  emoções  transportadas na voz, na face e no gestual. (...)

ANDREW, Gale. The Wonderful World of Tregex. - LEVY, Roger, ANDREW, Galen. Tregex and Tsurgeon: tools for querying and manipulating tree data structures

ANDREW, Gale. The Wonderful World of Tregex. Powerpoint Presentation, s/d. Disponível em https://nlp.stanford.edu/software/tregex/The_Wonderful_World_of_Tregex.ppt. Acesso em 9 de maio de 2019.

Slides sobre o sistema usado para registro e busca das análises morfossintáticas do dadosSemiotica.

Texto completo:

LEVY, Roger, ANDREW, Galen. Tregex and Tsurgeon: tools for querying and manipulating tree data structures. 5th International Conference on Language Resources and Evaluation (LREC 2006), 2006. Disponível em https://nlp.stanford.edu/pubs/levy_andrew_lrec2006.pdf. Acesso em 9 de maio de 2019.

B

BARROS, D. L. P. de . A complexidade discursiva na internet

BARROS, D. L. P. de . A complexidade discursiva na internet. CASA (Araraquara) , v. 13, p. 13-31, 2016. Disponível em: <https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/8028>. Acesso em 02 de junho de 2017.

 

Resumo
Neste artigo, o objetivo é apontar, na perspectiva da semiótica discursiva, algumas particularidades dos discursos na internet em geral, principalmente em relação a quatro questões principais: a definição desses discursos quanto às modalidades falada e escrita; a organização enunciativa e veridictória dos discursos na internet, de que decorrem as especificidades da “autoria” e do “anonimato” e o caráter público e privado desses discursos. Com o exame proposto, pudemos indicar algumas das principais características dos discursos na internet: exacerbação da intensidade na interação e da extensão na duração e alcance desses discursos, devido à sua complexidade, entre a fala e a escrita; negação da oposição entre público e privado, em decorrência da formação do complexo público/privado; instalação do sujeito discursivo como homem público, embora anônimo, do ponto de vista da “autoria” do ator da enunciação; e também como sujeito confiável, pois apresenta a verdade e o saber, mas sem responsabilidade sobre o que diz, e como sujeito do poder. Complexidade, no sentido semiótico do termo, parece ser o elemento definidor dos discursos da internet.

Palavras-chave
Semiótica discursiva; Discurso na internet; Fala e escrita; Enunciação e veridicção; Público e privado; Autoria e anonimato

BARROS, Diana L. P. de, “A Comunicação Humana”

BARROS, Diana L. P. de, “A Comunicação Humana” in: J. L. Fiorin.(Org). Introdução à Lingüística. São Paulo: Contexto, 2002. p. 25-53.

(anexo)

 

Texto que reapresenta o esquema de comunicação proposto pelo semioticista Ignácio Assis Silva em 1972, usado como base para estudos interdisciplinares entre Semiótica e Inteligência Artificial.

 

 

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Paixões e apaixonados: exame semiótico de alguns percursos.

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Paixões e apaixonados: exame semiótico de alguns percursos. Cruzeiro Semiótico, 11/12, p. 60-3, 1990.

(anexo)

BEIVIDAS, Waldir. A Semiótica Tensiva: uma teoria imanente do afeto

BEIVIDAS, Waldir. A Semiótica Tensiva: uma teoria imanente do afeto. CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada, v. 13, n.1, 2015, p. 43-86. Disponível em https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/viewFile/7607/5436. Acesso em 01 de setembro de 2019.

Uma discussão bastante completa da semiótica tensiva no contexto histórico da semiótica de linha francesa, discutindo as influências e desenvolvimentos que permitem propô-la como uma teoria imanente do afeto.

BELISÁRIO, A.. Sobre guerrilhas e cópias

BELISÁRIO, A.. Sobre guerrilhas e cópias. In: BELISARIO, A; TARIN, B. (Org.). Copyfight: pirataria e culture livre. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2012, p. 75-92. Disponível em: <https://crabgrass.riseup.net/assets/118853/COPYFIGHT%20web.pdf#page=76>. Acesso em: 7 jun. 2018.

 

Introdução:
Mais do que mera disputa por direitos de cópia, Copyfight remete a uma batalha entre diferentes noções de autoria e propriedade. A cha-mada  “crise  contemporânea  da  propriedade  intelectual”  revela  nada  mais  que  a  farsa  desta  forma  de  apropriação  privada  e  a  incapacida-de de se sustentar um regime artificial de controle de bens imateriais frente às crescentes possibilidades de produções de relações e espaços comuns  e  autônomos.  »Copyfight  trata  da  desobediência  civil  frente  a estes monopólios sobre a cultura e o conhecimento técnico.« Como veremos, não foi sem conflitos que os dispositivos institucionais de ga-rantia  da  “propriedade  intelectual”  foram  instituídos  e  são  mantidos  até hoje.Tal  crise  da  “propriedade  intelectual”  (...)

BUZATO, Marcelo E. K.. Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação.

BUZATO, Marcelo E. K.. Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 12, p. 783-809, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1984-63982012005000004&lng=e&tlng=pt>. Acesso em: 10 de maio de 2018.

Resumo:

Este trabalho apresenta uma proposta de (re)descrição do fenômeno do(s) (novos) letramento(s) fundamentada teórico-metodologicamente na Teoria Ator-Rede e ilustra o percurso que levou a tal proposta com uma vinheta descritiva de parte dos resultados de um estudo de cunho etnográfico que envolveu dois estudantes universitários do sudeste do Brasil por um período de dois anos. Os dados incluídos no estudo foram gerados por várias estratégias, tais como o monitoramento dos computadores pessoais dos informantes por meio de um software especializado, notas de campo, diários pessoais, observação simples e participante, além de entrevistas semiestruturadas. Objetiva convidar a comunidade de pesquisa em novos letramentos no Brasil a avaliar a utilidade de conceberem-se letramentos e subjetividades como atores-redes, assim como os limites de tal manobra teórico-metodológica. Revisa brevemente estudos sobre (novos) letramento(s) que utilizaram conceitos da Teoria Ator-Rede e conclui que a mesma ainda não foi explorada em todo o seu potencial nesse campo de pesquisa.

: letramentos; teoria ator-rede; subjetividade; contexto; cultura digital.

BUZATO, Marcelo E.K. Será que ler um robô desrobotiza um leitor?

BUZATO, Marcelo E.K. Será que ler um robô desrobotiza um leitor? In: Trab. linguist. apl. [online], vol.49, n.2, 2010. URL: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-18132010000200004&script=sci_arttext>. Acesso em 12/10/2012.

 

RESUMO

Discute a relação entre letramentos digitais e letramentos críticos com base nos conceitos de transcodificação cultural e dialogismo, de forma contextualizada por exemplos de interações entre o pesquisador e um agente de conversação automatizado disponível na WWW. Demonstra que esse tipo de interação pode ser considerada dialógica no sentido de colocar em evidência o 'povoamento' dos textos digitais por dois tipos vozes ou intenções discursivas: uma voltada para racionalidade e outra para a racionalização. Conclui que esse hibridismo de vozes pode ser corretamente aproveitado para uma educação crítica no sentido de desmontar oposições binárias entre tecnologia e cultura.

Palavras chave: letramentos digitais; transcodificação cultural; agentes de conversação automatizados.

C

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre. Coleção Texto Livre: Pensemeando o Mundo. São Carlos: Pedro e João Editores, 2019. Disponível em: https://ebookspedroejoaoeditores.wordpress.com/2019/08/02/as-culturas-do-grupo-texto-livre-um-estudo-de-vies-etnografico-sob-a-otica-da-complexidade/. Acesso em 03 de agosto de 2019.

Livro baseado na tese de doutorado de Carlos Henrique Silva de Castro, na linha de pesquisa em Linguagem e Tecnologia do Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem (POSLIN/FALE/UFMG), orientado por Vera Menezes.

Índice
Prefácio...........................................................................................11
Sobre a coleção...............................................................................17
Capítulo 1.Introdução .......................................................................... 23
1.1. Da continuidade de um diálogo.............................................. 23
1.2. Uma introdução às culturas livres.......................................... 26
1.3. Parâmetros e contexto de trabalho.......................................... 32
1.4. Pistas para uma investigação: problematização...................... 40
1.5. Objetivos de trabalho.............................................................. 47
1.6. Estrutura do trabalho.............................................................. 47
Capítulo 2.Quadro teórico em que a pesquisa se insere...................... 51
2.1. Raízes Teóricas: conhecimento sob o ponto de vista
construcionista................................................................................ 51
2.2. Comunidades, práticas e as ideias construcionistas................ 57
2.3. Sistemas adaptativos complexos em um diálogo conceitual. . 66
2.4. Comunidades são sistemas adaptativos complexos................ 75
2.5. As comunidades de prática e os fractais................................. 79
2.6. Síntese de pressupostos teóricos............................................. 84
Capítulo 3. A etnografia como epistemologia..................................... 90
3.1. Das razões de se fazer e do histórico da etnografia................ 90
3.2. Fazendo etnografia, lendo culturas ......................................... 95
3.3. O significado e o contexto para a etnografia ........................ 102
3.4. Pontos relevantes como âncoras para as análises................. 106
3.5. Perseguindo a lógica de se fazer etnografia..........................111
3.6. Situando uma pesquisa holística...........................................119
Capítulo 4. Metodologia para um estudo etnográfico com dados
digitais............................................................................................... 126
4.1. Das escolhas e potencialidades ontológica, epistemológica e
metodológica................................................................................ 126
4.2. Do pesquisador, dos sujeitos e dos dados de pesquisa......... 132
4.3. Onde estamos e para onde vamos: três momentos de análise
...................................................................................................... 144
4.4. Ferramentas etnográficas: o legado de Spradley.................. 150
4.5. Entrevista para maior iteratividade....................................... 157
Capítulo 5.Taxionomia cultural do grupo Texto Livre ...................... 162
5.1. Primeiro Momento: Análise de domínios em busca de âncoras
de análise...................................................................................... 162
5.1.1.Motivações para a emergência do grupo Texto Livre..... 165
Ponto relevante 1: interação aluno e cultura livre.......... 172
Texto Livre: pensemeando o mundo
Ponto relevante 2: a extensão universitária para o diálogo
sobre cultura livre e educação com comunidades além da
universidade.................................................................... 174
5.1.2.O ambiente interativo do grupo Texto Livre................... 174
Ponto relevante 3: ferramentas de interação do TL........ 177
Ponto relevante 4: produção de SL................................. 178
5.1.3.Os objetivos do grupo Texto Livre................................. 179
5.1.4.A organização do grupo Texto Livre............................... 182
Ponto relevante 5: as relações interativas entre
comunidades do TL........................................................ 184
5.1.5.As emergências do grupo Texto Livre............................ 185
5.1.6.Apresentando as âncoras para as análises do Segundo
Momento.................................................................................. 189
5.2. Segundo Momento: miniturnês, as observações focadas..... 200
5.2.1.As culturas da CoP UNI003............................................ 201
5.2.1.1.Ambiente interativo e ferramentas de interação...... 204
5.2.1.2.Os atores e suas responsabilidades.......................... 210
5.2.1.3.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de tutores da UNI003................. 215
5.2.1.4.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de monitores da UNI003............ 226
5.2.1.5.As emergências proporcionadas na interação entre
membros das comunidades do TL e comunidades externas ao
TL ........................................................................................ 237
5.2.1.6.Os padrões emergentes da comunidade UNI003.... 247
5.2.2.As culturas da CoP EVIDOSOL ..................................... 251
5.2.2.1.Da emergência, objetivos, atores e práticas do
EVIDOSOL......................................................................... 253
5.2.2.2.Entrevista para elucidar pontos obscuros................ 265
5.2.2.3.Das comunidades de prática formadas pelos membros
do EVIDOSOL.................................................................... 281
5.2.2.4.A comunidade de prática proporcionada pelos
congressistas........................................................................ 286
5.2.2.5.Os padrões emergentes da CoP EVIDOSOL.......... 295
5.2.3.As culturas da CoP Revista Texto Livre......................... 298
6
As culturas do grupo Texto Livre
5.2.3.1.Dos objetivos da Revista Texto Livre e do diálogo
entre academia e cultura livre que sua CoP proporciona.... 300
5.2.3.2.Dos atores e das práticas da CoP Revista Texto Livre
............................................................................................. 307
Capítulo 6. Considerações finais....................................................... 314
6.1. Para a continuidade de um diálogo....................................... 314
6.2. Pontos Relevantes em um contraste teórico ......................... 317
6.3. O alcance dos objetivos geral e específicos.......................... 321
6.4. A cultura livre e os benefícios da interação do TL aos seus
membros ....................................................................................... 323
6.5. Das contribuições para a LA e das questões que ficam........ 325
APÊNDICE: Autorização para utilização de dados.......................... 343
ANEXO: Aplicativos desenvolvidos pelo TL ................................... 344

CHAIKLIN, Seth. A zona de desenvolvimento próximo na análise de Vigotski sobre aprendizagem e ensino

CHAIKLIN, Seth. A zona de desenvolvimento próximo na análise de Vigotski sobre aprendizagem e ensino./Trad. Juliana Campregher Pasqualini. Psicologia em Estudo Print version vol.16 no.4 Maringá Oct./Dec. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722011000400016>. Acesso em 19 de maio de 2018.

(...) O conceito vigotskiano de zona de desenvolvimento próximo é mais preciso e elaborado do que no modo como tem sido comumente compreendido ou interpretado. O principal propósito desse capítulo é fornecer uma introdução e interpretação abrangentes desse conceito, tecendo comentários sobre as interpretações contemporâneas predominantes. Na conclusão do capítulo são apresentadas algumas perspectivas e implicações derivadas da interpretação [do conceito] aqui proposta.(...)

F

FIORIN, José Luiz Fiorin. As figuras do pensamento: estratégias do enunciador para persuadir o enunciatário

FIORIN, José Luiz Fiorin. As figuras do pensamento: estratégias do enunciador para persuadir o enunciatário. Revista Alfa, n.o 32, São Paulo, 1988. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/3798. Acesso em 25 de abril de 2019.

Resumo

Este trabalho pretende estudar as figuras de pensamento da retórica clássica como uma das estratégias empregadas pelo enunciador para persuadir o enunciatário, para fazê-lo crer em seu discurso. Essas figuras retóricas dividem-se em dois grupos: as que se constroem a partir de procedimentos da sintaxe discursiva e as que se produzem a partir de mecanismos da semântica discursiva. As primeiras têm sua origem num desacordo entre as instâncias do enunciado e da enunciação, quando, por exemplo, se afirma algo no enunciado e se nega na enunciação, enquanto as segundas resultam de uma combinação, na sucessividade do sintagma, de figuras do discurso em disjunção. Com as figuras de pensamento, o enunciador diz sem ter dito, simula moderação para dizer de maneira enfática, finge ênfase para afirmar de maneira atenuada, apresenta uma nova combinação de figuras do discurso para levar o enunciatário a assumir o que lhe está sendo comunicado.

Palavras-chave

Figuras de pensamento; contrato enunciativo; processo de comunicação;

Fiorin, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa.

Fiorin, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa. Cadernos De Estudos Lingüísticos, 42, 131-146, 2011. https://doi.org/10.20396/cel.v42i0.8637144 Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637144 Acesso em 01/08/2019.

Resumo
Ce travail esquisse l’histoire de la sémiotique française. Il commence par montrer que la théorie sémiotique présente une filiation au projet sémiologique saussurien. Cependant, elle se détache de la sémiologie développée en France, parce qu’elle ne prétend pas être une théorie des systèmes de signes, mais une théorie de la signification. Après avoir présenté les principes théoriques sur lesquels se fonde la Sémiotique, ce travail expose les différentes phases que la sémiotique a traversées, tout en les replaçant dans un contexte plus large. Enfin, on expose les nouvelles directions de la sémiotique. Aprés avoir pris pour objet les éléments differentiels, la théorie sémiotique cherche acteuellemment à faire l’analyse du continu à l’oeuvre dans le sens. C’est ainsi que la Sémiotique dépasse la phonologisation du sens au moyen de sa prosodisation.

L

LARA, Gláucia Muniz Proença, MATTE, Ana Cristina Fricke. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto

LARA, Gláucia M. P., MATTE, Ana C. F. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

Livro esgotado. A versão em anexo, embora contenha o livro na íntegra, não está paginada (males da licença proprietária, que não deixa os autores terem acesso a todos os arquivos).

Sumário
APRESENTAÇÃO
CONHECENDO A PROPOSTA
INTRODUÇÃO
Semiótica – o que é e como se faz
CAPÍTULO 1
O plano do conteúdo e o percurso gerativo de sentido
CAPÍTULO 2
A construção de sujeitos na narrativa
CAPÍTULO 3
Emoção e paixão no discurso
CAPÍTULO 4
Temas, figuras e isotopias: apreendendo os planos de leitura do texto
CAPÍTULO 5
Intertextualidade
CAPÍTULO 6
Tensividade: um mergulho simulado nas profundezas do texto
CAPÍTULO 7
Enunciação e aspectualização
CAPÍTULO 8
Trabalhando o plano da expressão: introdução à semiótica visual
PARA OUTRAS REFLEXÕES
REFERÊNCIAS

LOPES, Ivã Carlos. A Noção de “Profundidade” na Semiótica.

LOPES, Ivã Carlos. A Noção de “Profundidade” na Semiótica. CASA Cadernos de Semiótica Aplicada, Vol. 4.n.2, dezembro de 2006. Disponível em <https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/564>. Acesso em 22 de setembro de 2018.

Resumo
O artigo aborda a questão da “profundidade” na semiótica da Escola de Paris, destacando alguns aspectos de uma concepção “vertical” em contraste com uma concepção“sagital” do mesmo problema.
Palavras-chave: Epistemologia. Profundidade. Sentido. Escola Semiótica de Paris.

LOPES, Ivã Carlos. Semiótica e morfodinâmica. Uma busca e suas vicissitudes

LOPES, Ivã Carlos. Semiótica e morfodinâmica. Uma busca e suas vicissitudes. In: Revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 7, n. 1, 2014. Disponível em <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/6098>. Acesso em 11 de março de 2019.

Resumo

Entre as discussões que marcaram a breve história da semiótica desde os princípios de sua implantação disciplinar, focalizamos, nesta ocasião, as chamadas propostas "morfodinâmicas" que, na comunidade semiótica, tiveram curso principalmente durante as décadas de 1980 e 1990, até se tornarem menos frequentadas a partir da virada do novo século. A fim de ilustrar nossa explanação, mostramos o modo de funcionamento de uma esquematização morfodinâmica das modalidades epistêmicas, lidas com auxílio de uma das "catástrofes elementares" de René Thom, debatendo sua contribuição para a inteligibilidade dessa região conceitual.

Palavras-chave

Epistemologia. Morfodinâmica. Semiótica. Teoria das catástrofes.
M

MANCINI, Renata; TROTTA, Mariana; SOUZA, Silvia Maria de. Análise semiótica da propaganda Hitler, da Folha de São Paulo

MANCINI, Renata; TROTTA, Mariana; SOUZA, Silvia Maria de. Análise semiótica da propaganda Hitler, da Folha de São Paulo. XIII Colóquio do Centro de pesquisas Sociossemióticas. PUC-SP, São Paulo, 2007. Disponível em <http://www.contrastepropaganda.com.br/sedi/wp-content/uploads/renata-mancini/2007_Mancini_CPS2007FolhaSPHitler.pdf>. Acesso em 22 de setembro de 2018.

(em anexo)

Introdução
É apenas um ponto negro na tela e uma voz impostada em off que enuncia: “Este homem pegou uma nação destruída...” Parcos elementos sem cor e sem música são suficientes para inquietar um telespectador do outro lado da tela. A ausência de atributos, bem como de sentido – que homem? que nação? – fissura olhos e ouvidos habituados ao excesso sonoro e visual das (...)

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito. Revista de Estudos da Linguagem, v. 14, p. 31-50, 2006. Acesso em 06/11/2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/4976/0>.

 

Comentário da autora (MATTE): este artigo fala sobre o software de análise fonológica automática silábica-acentual de texto escrito, que visa sua aplicação nas ciências da fala, mais especificamente a fonética acústica e a fonoestilística.

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?. DELTA. Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, v. 24, p. 159-174, 2008. Acesso em 10/01/2019. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-44502008000200001>.

 

Comentário da autora (MATTE): este texto apresenta uma metodologia, aplicada em exemplos, cujo objetivo é prover ao analista da fala uma maior propriedade no tratamento da fala neutra, comumente usada em pesquisas de fonética acústica como parâmetro de referência. Trata-se do principal resultado do pós-doutorado desenvolvido pela autora na UNICAMP, no Laboratório de Fonética Acústica, de 2003 a 2004.

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva. In: CASA Cadernos de Semiótica Aplicada Vol. 6.n.2, dezembro de 2008 URL: http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/1206 Acesso em 12/10/2012

 

O esquema de comunicação foi publicado pela primeira vez em 1972, na tese de doutorado do prof. Ignácio Assis Silva, e foi recuperado pela prof.a Diana Luz Pessoa de Barros, no livro de introdução à linguística publicado pela USP. Este esquema possui uma virtude muito importante para trabalhos em comunicação humana: sua estrutura é flexível e faz emergir a maleabilidade e erros previstos pelo ato de comunicação, sendo, portanto, mais que um esquema, um processo, baseado na continuidade e com forte usabilidade em trabalhos de análise de conversação.

MATTE, Ana C. F., MEIRELES, Alexsandro. R., RIBEIRO, Rubens T. SETFON: O Problema da Análise de Dados Prosódicos, Textuais e Acústicos

MATTE, Ana C. F., MEIRELES, Alexsandro. R., RIBEIRO, Rubens T. SETFON: O Problema da Análise de Dados Prosódicos, Textuais e Acústicos. In: Revista (con) textos linguísticos (UFES), v. 1, p. 8-30, 2011. Disponível em: <http://www.periodicos.ufes.br/contextoslinguisticos/article/view/5175/0>. Acesso em 06 de novembro de 2017.

Artigo sobre o software Setfon, cujo desenvolvimento previa, desde o início, uma ferramenta como o dadosSemiotica, tendo com este grande afinidade de propósitos e fundamentos.

MATTE, Ana Cristina Fricke, LARA, G. M. P. Um panorama da semiótica Greimasiana

MATTE, Ana Cristina Fricke, LARA, G. M. P. Um panorama da semiótica Greimasiana. Alfa Revista de Linguística, v. 53, n. 2, 2009. Disponível em: <http://seer.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2119>. Acesso em 6/11/2017.

 

Comentário da autora (Matte): este artigo foi precursor da introdução ao livro de semiótica Ensaios de Semiótica, das autoras, disponível nesta biblioteca comentada. É um texto mais sucinto e, já que o conteúdo é praticamente o mesmo (foram ambos publicados no mesmo ano), é possível utilizá-lo no lugar da introdução mais recente.

MATTE, Ana Cristina Fricke, MARQUES, Daniervelin Renata Marques. Ignacio Assis Silva: a fantástica fábrica de conexões

MATTE, Ana Cristina Fricke, MARQUES, Daniervelin Renata Marques. Ignacio Assis Silva: a fantástica fábrica de conexões. Revista CASA Cadernos de Semiótica Aplicada, vol. 8, n.o 2, 2010. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/viewFile/3317/3097. Acesso em 20 de abril de 2019.

Texto explicando o alcance interdisciplinar do trabalho daquele que, segundos muitos incluindo eu mesma, foi o maior semioticista brasileiro: Ignácio Assis Silva.

MATTE, Ana Cristina Fricke. A escoliose de Branca de Neve: protagonistas e sujeitos

MATTE, Ana Cristina Fricke. A escoliose de Branca de Neve: protagonistas e sujeitos. Revista do GEL, Araraquara - SP, v. 1, n.1, p. 13-34, 2004. Acesso em 01/09/2019. Disponível em: <https://revistas.gel.org.br/rg/article/view/289>.

 

RESUMO: A comparação de diversas versões de uma mesma história produzidas em diferentes épocas pode ter variadas formas e objetivos. Neste trabalho, apresento uma opção de análise cujo principal objetivo é investigar a relação entre o conceito de protagonista e o conceito de sujeito como reveladora de elementos da opção ideológica de cada versão. 0 objeto da análise são cinco versões de Branca de Neve produzidas para a indústria fonográfica entre 1950 e 1991.
PALAVRAS-CHAVE: Narrativa; sujeito; semiótica; discurso; passividade; enunciação.

MATTE, Ana Cristina Fricke. A respeito da construção semiótica do sentido do bullying e do cyberbullying

MATTE, Ana Cristina Fricke. A respeito da construção semiótica do sentido do bullying e do cyberbullying. Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, [S.l.], v. 5, n. 1, p. 2-12, jul. 2012. ISSN 1983-3652. Disponível em: <http://periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/1712>. Acesso em: 25 de agosto de 2018. doi:http://dx.doi.org/10.17851/1983-3652.5.1.2-12.

Publicação original do capítulo correspondente, revisado e atualizado, no livro Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre, indicado neste glossário.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise Quantitativa da Tensividade no Conteúdo Verbal tendo em vista o Estudo da Expressão da Emoção na Fala e o Modelamento Prosódico

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise Quantitativa da Tensividade no Conteúdo Verbal tendo em vista o Estudo da Expressão da Emoção na Fala e o Modelamento Prosódico. In: Cadernos de Estudos Linguísticos vol. 46, n.o 1, 2004. p. 53-69. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637158>.

 

Resumo

In order to support with semiotic information the research in the field of phonostylistics, we propose a formula that allows turning a subjective and emotional information of one verbal text into quantitative information, from one analysis of temporality as a constitutive element of emotion. It gives us coordinates for a graphic that represents the variation of tension in the text sentence by sentence. It supports simultaneously the representation of prosodic information, such as speech rate in absolute values and, in relative values, the deviation of the duration of speech segments according to the expected patterns. In this paper we present the linguistic basis for this analysis, from a hierarchy of the sense of temporality to the graphics of the modulation of the deep temporal flow.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise semiótica da sala de aula no tempo da EAD

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise semiótica da sala de aula no tempo da EAD. Revista Tecnologias na Educação, v. 1, 2009. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://tecedu.pro.br/wp-content/uploads/2015/07/pal4-vol1-dez-20091.pdf> .

Texto original do capítulo correspondente (revisado e ampliado) publicado no livro Sementes de Educação Aberta, disponível neste glossário.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Automato livre: semiótica e tecnologia adaptativa

MATTE, Ana Cristina Fricke. Automato livre: semiótica e tecnologia adaptativa. In: Worshop Internacional de Software Livre, 2015, Porto Alegre. Proceedings of WSL 2015. Porto Alegre: Associação de Software Livre.org, 2015. v. 1. p. 1-12. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://wsl.softwarelivre.org/2015/0007>.

Artigo apresentado no WSL, Workshop internacional mantido pela Sociedade Brasileira de Computação. Faz parte de uma série de trabalhos abordando a compatibilidade entre a semiótica e a inteligência artificial na linha da tecnologia adaptativa.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Como e porquê dar aulas de semiótica online?

MATTE, Ana Cristina Fricke. Como e porquê dar aulas de semiótica online? Estudos Semióticos (USP), v. 5, p. 1, 2009. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49229>. Acesso em 02 de março de 2018.

 

Comentário da autora: texto baseado em apresentação no ENAPOL de Semiótica em 2008, trata de recursos online que podem ser aproveitados de forma a facilitar e envolver os estudantes no estudo da Semiótica, trazendo experiências realizadas na UFMG.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Esquema de comunicação sob olhares da semiótica e da tecnologia adaptativa

MATTE, Ana Cristina Fricke. Esquema de comunicação sob olhares da semiótica e da tecnologia adaptativa. Revista CASA Cadernos de Semiótica Aplicada (Araraquara), v. 12, p. 55-101, 2014. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/7149>.

Este texto aborda o Esquema de Comunicação proposto por Ignácio Assis Silva em 1972 numa conversaa interdisciplinar com a tecnologia adaptativa, com base na Semiótica Francesa.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Gostar de música: percurso de uma paixão

MATTE, Ana Cristina Fricke. Gostar de música: percurso de uma paixão. Significação (UTP), v. 23, p. 1-20, 2005.

(em anexo)

Resumo do texto Gostar de Música/AnaMatte

 

MATTE, Ana Cristina Fricke. Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre. Coleção Texto Livre: Pensemeando o mundo. Pedro & João Editores: São Carlos, 2018. Disponível em https://ebookspedroejoaoeditores.files.wordpress.com/2019/03/livroanaebook.pdf. Acesso em 05 de agosto de 2019..

Livro publicado em versão impressa e digital. A versão digital, em PDF e gratuita, pode ser baixada na página da editora, conforme o endereço acima, ou na página da coleção: http://textolivre.org/arquivos/colecaoTextoLivre/

COMENTÁRIO DA AUTORA: não é um livro de Semiótica teórica, mas de Semiótica Aplicada. O público alvo são professores de todas as áreas do conhecimento, de modo que muitos conceitos semióticos ou não foram aprofundados ou receberam uma explicação menos especializada. Destaque para os capítulos 3 a 5.

Sumário
Prefácio.....................................................................................................8
Começo de conversa...............................................................................16
Sobre a coleção.......................................................................................20
PARTE 1: Pensamentos................................................................................26
O que é Texto Livre?...............................................................................28
Capítulo 1.O lápis e o verbo......................................................................... 37
Capítulo 2.Professores rurais........................................................................ 47
Capítulo 3.Análise Semiótica da Sala de Aula no tempo da EAD................55
Capítulo 4.Semiose on-line: construção de sujeitos.....................................99
Capítulo 5.Cyberbullying: a (des)ordem da falácia.................................... 119
Capítulo 6.A identidade do jogador: gamificação na prática ......................151
Capítulo 7.O método Texto Livre: a metodologia do risco .........................175


MATTE, Ana Cristina Fricke. Taxa de elocução, grupo acentual, pausas e fonoestilística: temporalidade na prosa e na poesia com interpretação livre

MATTE, Ana Cristina Fricke. Taxa de elocução, grupo acentual, pausas e fonoestilística: temporalidade na prosa e na poesia com interpretação livre. Estudos Lingüísticos (São Paulo), v. XXXV, p. 276-285, 2006. Disponível em: http://www.gel.hospedagemdesites.ws/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2006/sistema06/28.pdf. Acesso em 6 de maio de 2019.

 

Resumo. Neste trabalho investigou-se a relação entre a duração da fala e das pausas silenciosas intra ou entre sentenças, numa discussão metodológica visando sua aplicação nos campos da fonética e, mais especificamente, da fonoestilística. Taxa de Elocução e duração de unidades vogal a vogal são correlacionadas com a duração absoluta e normalizada das pausas silenciosas que delimitam o segmento de texto estudado.

Palavras-chave.Fonética acústica; fonoestilística; modelamento prosódico, taxa de elocução; pausa silenciosa.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Tempo fonoestilístico e semi-simbólico: a árvore gerativa da temporalidade

MATTE, Ana Cristina Fricke. Tempo fonoestilístico e semi-simbólico: a árvore gerativa da temporalidade. Estudos Lingüísticos XXXIII, p. 1274-1279, 2004. Disponível em: http://www.gel.hospedagemdesites.ws/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2004/4publica-estudos2004-pdfs-comunics/tempo_fonoestilistico.pdf. Acesso em 01/09/2019.

ABSTRACT
In order to support with semiotic information the research in the field of phonostylistics, we propose a formula that allows turning a subjective and emotional information of one verbal text into quantitative information, from one analysis of temporality as a constitutive element of emotion. It gives us coordinates for a graphic that represents the variation of tension in the text sentence by sentence. It supports simultaneously the representation of  prosodic  information,  such  as  speech  rate  in  absolute  values  and,  in  relative  values,  the  deviation  of  the duration of speech segments according to the expected patterns. In this paper we present the linguistic basis for this analysis, from a hierarchy of the sense of temporality to the graphics of the modulation of the deep temporal flow.

(texto em português)

MATTE, Ana Cristina Fricke. Um mergulho simulado nas profundezas do texto

MATTE, Ana Cristina Fricke. Um mergulho simulado nas profundezas do texto. Caderno Seminal Digital, ano 12, n.o 4, vol. 4, 2005, pp. 135-151. Disponível em: http://www.dialogarts.uerj.br/admin/arquivos_seminal/seminal04.pdf. Acesso em 27 de abril de 2019.

 

Introdução:

O presente trabalho tem o objetivo de sugerir uma abordagem prática da semiótica tensiva aplicando-a à análise de uma história infantil, Chapeuzinho Vermelho.

Procurou-se detalhar cada passo da análise a fim de permitir a melhor compreensão da proposta. A semiótica concebe a geração do sentido em três níveis: o fundamental, o narrativo e o discursivo, numa sequência que vai do mais abstrato, simples, geral e profundo ao mais concreto, complexo, específico e superficial. Para ilustrar essa estrutura, gosto muito da metáfora do lago: se o sentido fosse um lago, não poderíamos simplesmente mergulhar nele para conhecer seu equilíbrio; tal tarefa só poderia ser realizada com a observação cuidadosa da superfície, a fim de lá distinguir as cores e ondulações que lhe são próprias daquelas oriundas dos movimentos dos peixes e das diferenças de profundidade. Ou seja, a porta de entrada para o texto é o nível discursivo, o mais imediatamente acessível. O nível fundamental será percebido na análise do discursivo, onde aprendemos a relacionar cores claras e escuras a uma menor ou maior profundidade do lago, apreendendo assim a categoria de base do nível fundamental num mergulho simulado.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Uma definição informal de documentação: análise semiótica

MATTE, Ana Cristina Fricke. Uma definição informal de documentação: análise semiótica. Revista Texto Livre: linguagem e tecnologia v. 1, n. 2, 2008. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/15). Acesso em 27 de agosto de 2018.

 

Documentação de software é aqui discutida com exemplos do dia a dia e, com base em análises semióticas, indica diferentes tipos de documentação de software e sua importância para o desenvolvimento de software livre. Tem como tema a cultura livre, a aplicação da semiótica na formação de comunidades e a análise de documentos formais.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Veridicção e paixão: entrelaçamentos narrativos e discursivos

MATTE, Ana Cristina Fricke. Veridicção e paixão: entrelaçamentos narrativos e discursivos. Revista Estudos Semióticos, vol. 8, n.1, 2012. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49306>. Acesso em 18 de outubro de 2018.

Artigo introdutório discutindo a relação entre a veridicção e a paixão na semiótica francesa.

MATTE, Ana Cristina Fricke., PEREIRA, D. R. M., MENDES, C. M. Semiótica e tecnologia: algumas experiências interdisciplinares

MATTE, Ana Cristina Fricke., PEREIRA, D. R. M., MENDES, C. M. Semiótica e tecnologia: algumas experiências interdisciplinares. In: Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, v.7, n.o 1, 2014. Acesso em 6/11/2017. Acesso em 06/11/2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/6093>.

Texto sobre diferentes abordagens no campo da semiótica e tecnologia com foco em pesquisas realizadas no Laboratório SEMIOTEC da UFMG, apresentado no STIS2014.

MATTE, Ana.C.F. Manual do Dadossemiotica 1.0

MATTE, Ana.C.F. Manual do Dadossemiotica 1.0. Disponível em <http://dadossemiotica.textolivre.org/arquivos/manual-versao[1_x].pdf>. Acesso em 10 de janeiro de 2019. Produzido e divulgado em 2012.

Manual da primeira versão estável do software livre dadosSemiotica para análise de textos e organização da pesquisa. Nesta versão o software não contava com o módulo de semiótica.

MENDES, Conrado Moreira. Semiótica Tensiva: fundamentos teóricos

MENDES, Conrado Moreira. Semiótica Tensiva: fundamentos teóricos. Revista Línguas & Letras – Unioeste, Vol. 16, No 34, 2015. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/linguaseletras/article/download/11641/9188. Acesso em 01 de setembro de 2019.

 

Um ótimo texto para compreender o contexto teórico e a formulação teórica da semiótica tensiva.

O

OLIVA, A. Copiar e Compartilhar em Legítima Defesa

OLIVA, A. Copiar e Compartilhar em Legítima Defesa. In: CONGRESSO ESTADUAL DE SOFTWARE LIVRE DO CEARÁ, 1., 2008, Fortaleza. Anais eletrônicos... Fortaleza, 2008. Disponível em: <http://www.fsfla.org/ikiwiki/texto/copying-and-sharing-in-self-defense>. Acesso em: 28 maio 2018.

Baseado nos direitos humanos largamente reconhecidos e raramente desrespeitados de apreciar e memorizar obras de arte a que se tenha acesso e de conceder e aceitar acesso a elas, este artigo afirma os direitos de preservar acesso a obras, de convertê-las para diferentes formatos e suportes físicos, para baixar e subir obras na Internet, e para receber e compartilhar obras em redes P2P. O pleno gozo desses direitos constitui legítima defesa contra os constantes ataques a eles.

OLIVA, Alexandre. Bolhatrix

OLIVA, Alexandre. Bolhatrix. Anais do Congresso Nacional Universidade EAD e Software Livre, vol. 1, n.o 8, 2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/ueadsl/article/view/12253>. Acesso em 19 de agosto de 2018.

Alexndre Oliva é embaixador da FreeSoftware Foundation Latin America.Bolhatrix - Alexandre Oliva

OLIVA, Alexandre. Copiar e Compartilhar em Legítima Defesa

OLIVA, Alexandre. Copiar e Compartilhar em Legítima Defesa. In: CONGRESSO ESTADUAL DE SOFTWARE LIVRE DO CEARÁ, 1., 2008, Fortaleza. Anais eletrônicos... Fortaleza, 2008. Disponível em: <http://www.fsfla.org/ikiwiki/texto/copying-and-sharing-in-self-defense>. Acesso em: 28 maio 2018.

Introdução:

Não devemos nos sentir culpados ou envergonhados por compartilhar e baixar arquivos digitais. No entanto, a lavagem cerebral promovida pelas indústrias editoriais de música, cinema e software distorce nossas noções de certo e errado. Confusos e assustados, abrimos mão de direitos e aceitamos leis restritivas que servem à sua ganância, em detrimento da sociedade. Argumentando que leis assim distorcidas nos provam errados e culpados, elas buscam ainda mais poder legal sobre nós, enquanto fingem já tê-lo. Mas não têm e não podem ter, enquanto houver respeito aos nossos direitos humanos.

Nota: o autor não é advogado. Nada neste artigo deve ser tomado como aconselhamento legal. Porém, se você for um dia ameaçado ou processado pelas indústrias editoriais ou pelas forças policiais anti-cópias que elas têm instituído, mostre este artigo ao seu advogado.

ORIENTAÇÂO: dicas para inserir novos itens

DICAS:

Se o texto estiver online, coloque a URL na referência e a data de acesso.

Se você disponibilizar um PDF, anexe-o ao item e coloque a referência na descrição, junto com seu comentário.

Se você tiver o texto em papel, seria ótimo se pudesse disponibilizá-lo escaneado. Se não for possível, inclua em seu comentário sugestão de local onde encontrar o texto.

PS: para montar o título da entrada, coloque o início da referência (autores e titulo), tal como aparecem nas referências mesmo.

Indique pelo menos duas categorias: uma indicando o tipo de texto (artigo, capítulo, livro ou outros tipos) e uma, no mínimo indicando o foco do conteúdo. Quanto mais categorias você incluir sobre o conteúdo, mais fácil do texto ser encontrado na busca por categoria. Além das categorias, você pode indicar palavras-chaves (marcadores), incluindo as tags e, após cada uma, dando entre.
Se o texto for um livro, é recomendável incluir o sumário na descrição.  

Obrigada!

P

Paulo Freire (vários)

Livros de Paulo Freire.

(nem todos estão com referência aqui)

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Coleção Leitura. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.

PEREIRA, Daniervelin. R. M.; LEAL, Karlla; MATTE, Ana C. F. Texto livre: práticas de ensino-aprendizagem pelas tecnologias digitais.

PEREIRA, Daniervelin. R. M.; LEAL, Karlla; MATTE, Ana C. F. Texto livre: práticas de ensino-aprendizagem pelas tecnologias digitais. Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância, v. 14, p. 71-86, 2015. Disponível em: <http://www.abed.org.br/revistacientifica/_Brazilian/2015/05_TEXTO_LIVRE_METODOLOGIA.pdf >. Acesso em: 29 de junho de 2017.

Resumo
O  grupo  Texto  Livre  tem  a  proposta  de  incentivar  a  produção,  revisão  e  tradução  de  documentação de/sobre Software Livre, e vem se destacando por propor um espaço de apoio pedagógico  e  técnico  ao  ensino-aprendiza-gem  pelas  tecnologias  digitais.  Na  base  das  parcerias, está a união de duas comunidades: a  acadêmica  e  a  de  Software  Livre,  ambas  al-mejando  ser  espaço  de  trocas  colaborativas.  Ao levar essa proposta para a sala de aula de uma universidade, o interesse foi muito além de  usar  o  software  livre  como  mero  assunto.  O objetivo desse grupo é articular práticas de ensino-aprendizagem, principalmente de lín-gua portuguesa, às premissas da Cultura Livre e da Educação Aberta.
Palavras-chave: Ensino-aprendizagem.  Ensino de línguas. Software livre.

PORTELA, Jean Christus, TOMASI, Carolina. Cronopoiese e cronotrofia na história em quadrinhos

PORTELA, Jean Christus, TOMASI, Carolina. Cronopoiese e cronotrofia na história em quadrinhos. In: Estudos Semióticos, vol. 8 n.2, novembro de 2012. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49508 Acesso em 18 de julho de 2017.

 

Resumo

Neste artigo, propomos uma reflexão sobre as “paradas” nas narrativas, definidas pelo fechamento do espaço e pela espera no tempo (cronopoiese), e sobre as “paradas da parada” nas narrativas, definidas pela abertura do espaço e pelo repouso no tempo (cronotrofia). Na proposta de Claude Zilberberg sobre o fazer missivo, o fazer profundo que rege o devir das narrativas, a temporalidade e a espacialidade relacionam-se com as categorias fechamento e abertura. Os termos cronopoiese e cronotrofia, cunhados por Zilberberg a partir de radicais gregos, têm em comum etimologicamente “khrónos”, o “tempo”. O primeiro termo vem acrescido de “poiêsis”, “criação”; o segundo vem acompanhado de “trophê”, o “alimentar”, o “desenvolver-se”. O fazer remissivo, portador das paradas, é cronopoiético (a temporalidade expectante, isto é, que cria o tempo da espera) e fechado espacialmente. Já o fazer emissivo, portador das paradas da parada, é cronotrófico (a temporalidade “originante”, pois “alimentada”, que cria o tempo passante) e aberto espacialmente. Nossa reflexão sobre cronopoiese e cronotrofia tem como objetivo verificar se, em narrativas verbovisuais, mais especificamente em HQs, essas operações temporais da missividade necessariamente correspondem, respectivamente, a fechamentos e a aberturas espaciais, como prevê o modelo desenvolvido por C. Zilberberg.

R

RAYMOND, Eric Steven. A Catedral e o Bazar

Raymond, Eric Steven. The Cathedral and the Bazaar. Ensaio original, 2000. Acesso em 25/5/2017. URL <http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/>.
RAYMOND, Eric Steven. A Catedral e o Bazar./Tradução Eric Kohler. Original de 1999: The Cathedral and the Bazaar. Acesso em 25/8/2018. URL <https://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/arquivos/a-catedral-e-o-bazar-eric-raymond.pdf>.

Um clássico da história do software livre e da Cultura Livre.

S

SARAIVA e LEITE. Exercícios de Semiótica Discursiva (2017).

Saraiva, José Américo Bezerra e Leite, Ricardo Lopes: Exercícios de Semiótica Discursiva. Fortaleza: Imprensa Universitária UFC, 2017 [e-book].

SERRANO, Paulo Henrique Souto Maior. Coerência entre princípios e práticas na Wikipédia lusófona: uma análise semiótica

SERRANO, Paulo Henrique Souto Maior. Coerência entre princípios e práticas na Wikipédia lusófona: uma análise semiótica. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2012. Disponível em: http://www.scientia.ufpb.br/index.php/elivre/catalog/view/49/44/99-1. Acesso em 28 de junho de 2019.

Análise tensiva das práticas das comunidades da Wikipedia em português.

STOCKINGER, P., ARNOLD, M., BOUDON, P.,,DESCLÉS, J. P., RASTIER, F. Intelligence artificielle et théorie sémio-linguistique

STOCKINGER, P., ARNOLD, M., BOUDON, P.,,DESCLÉS, J. P., RASTIER, F. Intelligence artificielle et théorie sémio-linguistique. Actes Sémiotiques Bulletin vol. VIII, n.o 36, 1985 .

Provavelmente a primeira publicação sobre semiótica e inteligência artificial.

(em anexo)

STOCKINGER, P., DENHIÈRE, G., FONTANILLE, J., PIOLAT, A., ZOCK, M. Intelligence Artificielle, II: Approches cognitives du texte.

STOCKINGER, P., DENHIÈRE, G., FONTANILLE, J., PIOLAT, A., ZOCK, M. Intelligence Artificielle, II: Approches cognitives du texte. Actes Sémiotiques Bulletin vol. IX, n.o 40, 1986.

Provavelmente a segunda publicação sobre semiótica e inteligência artificial.

(em anexo)

W

WENGER, Etienne. Communities of practice and social learning systems: the career of a concept

WENGER, Etienne. Communities of practice and social learning systems: the career of a concept. In: BLACKMORE, C. (ed.). Social Learning Systems and communities of practice, Springer Verlag and the Open University, 2010. Disponível em: <http://wenger-trayner.com/wp-content/uploads/2012/01/09-10-27-CoPs-and-systems-v2.01.pdf>. Acesso em: 14 de maio de 2018.

 

Comunidades de prática é um conceito que apareceu no Grupo Texto Livre em função da pesquisa de doutorado da Elizabeth Guzzo de Almeida, defendida na UFMG, e depois na tese de Carlos Henrique Silva de Castro, referendando nossa percepção do funcionamento do grupo pela geração ora espontânea, ora estimulada, de comunidades de prática, com desenvolvimento independente. Este texto de Wenger é básico para o estudo das comunidades de prática.

X

XHARDEZ, Verónica. Producción voluntaria de Software Libre: representaciones sociales sobre los recursos en juego. Un estudio de caso argentino

XHARDEZ, Verónica. Producción voluntaria de Software Libre: representaciones sociales sobre los recursos en juego. Un estudio de caso argentino. In: Anais do Workshop de Software Livre, 2012. Acesso em 20/3/2017. URL <http://wsl.softwarelivre.org/2012/0005>.

Abstract
        La ponencia aborda la problemática de las representaciones sociales sobre la organización del trabajo voluntario en la producción de Software Libre (SL) en la Argentina de los 2000, realizada a través de la modalidad de trabajo en red mediada por Tecnologías de la Información y la Comunicación (TICs). El foco está colocado en el análisis de los recursos puestos en juego en estas dinámicas (tiempo, conocimiento y reconocimiento).

Z

ZILBERBERG, Claude. La question du modéle

ZILBERBERG, Claude. La question du modéle. Revista CASA Cadernos de Semiótica Aplicada, vol. 9, n.o 2, 2011. Disponível em: <https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/4727>. Acesso em 16 de maio de 2018.

Resumo
Na busca de um modelo para o discurso, a Semiótica depara-se com uma dificuldade: o discurso procede de um acontecimento, isto é, de uma ruptura que se relaciona com a pertinência do modo de eficiência ou, em outros termos, com a alternância existencial entre o sobrevir segundo o princípio do acontecimento e o “pervir” segundo o princípio do exercício. O modelo tensivo não está reservado exclusivamente ao discurso verbal: ele pode ser aplicado igualmente à música, desde que se atribua a primazia à melodia, que se torna o acontecimento da música. O mesmo se passa com o texto poético: a imagem é para o poema o que a melodia é para a música: uma explosão. Figuras da concentração, o acontecimento, a melodia e a imagem, devem enfrentar a prova do desenvolvimento. Assim, duas vias se descortinam: a temporalidade, isto é, a instalação na duração; e a espacialidade, isto é, a instalação na profundidade. A generalização aqui é desejável: seja qual for sua manifestação, o discurso tem por pertinência atualizada o lugar que atribui ao imprevisível e ao inesperado.

Palavras-chave
acontecimento; sobrevir; pervir; modo de eficiência; valor de absoluto, valor de universo.