sábado, 17 abr 2021, 18:53
Site: Texto Livre Eventos
Curso: Ciência Aberta: Espaço Compartilhado dos Grupos de Semiótica do Brasil (Semiótica)
Glossário: Biblioteca comentada
A

ALFENAS, Daniel A., PEREIRA-BARRETTO, Marcos R. Adaptatividade em Robôs Sociáveis: uma Proposta de um Gerenciador de Diálogos

ALFENAS, Daniel A., PEREIRA-BARRETTO, Marcos R. Adaptatividade em Robôs Sociáveis: uma Proposta de um Gerenciador de Diálogos. Memórias do WTA2012, pp.36-41. Disponível em <http://lta.poli.usp.br/lta/wta/wta-2012/trabalhos/copy6_of_wta2012e09-adaptative-search-with-multiple-unmanned-aerial-vehicles-uavs>. Acesso em 30/07/2014.

 

Abstract— Within   sociable   robots,   a   Dialog   Manager   is responsible  for  conducting  a  conversation.  This  paper  proposes architecture to convey natural conversation about things in general, lying on the use of Adaptivity combined with Episodic and Semantic memories to produce human-like behavior.Keywords— Sociable    Robots,    Dialog    Manager,    adaptive technology, episodic memory, semantic memory.

I.  INTRODUÇÃO Robôs  sociáveis  são  robôs  autônomos  que  interagem  e se comunicam   com   humanos   e   outros   agentes   físicos autônomos  seguindo  as  regras  de  comportamento  social  e  as regras associadas ao seu papel na sociedade. Parte essencial de sua   construção,   portanto,   refere-se   à   sua   capacidade   de comunicação.      A comunicação entre humanos dá-se de forma verbal e não verbal.  Assim,  deve-se  aliar  a  capacidade  de  expressão  em linguagem  natural  à  habilidade  de  compreensão  e  expressão não-verbal,  com  especial  destaque  às  emoções  transportadas na voz, na face e no gestual. (...)

ANDREW, Gale. The Wonderful World of Tregex. - LEVY, Roger, ANDREW, Galen. Tregex and Tsurgeon: tools for querying and manipulating tree data structures

ANDREW, Gale. The Wonderful World of Tregex. Powerpoint Presentation, s/d. Disponível em https://nlp.stanford.edu/software/tregex/The_Wonderful_World_of_Tregex.ppt. Acesso em 9 de maio de 2019.

Slides sobre o sistema usado para registro e busca das análises morfossintáticas do dadosSemiotica.

Texto completo:

LEVY, Roger, ANDREW, Galen. Tregex and Tsurgeon: tools for querying and manipulating tree data structures. 5th International Conference on Language Resources and Evaluation (LREC 2006), 2006. Disponível em https://nlp.stanford.edu/pubs/levy_andrew_lrec2006.pdf. Acesso em 9 de maio de 2019.

B

BARROS, D. L. P. de . A complexidade discursiva na internet

BARROS, D. L. P. de . A complexidade discursiva na internet. CASA (Araraquara) , v. 13, p. 13-31, 2016. Disponível em: <https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/8028>. Acesso em 02 de junho de 2017.

 

Resumo
Neste artigo, o objetivo é apontar, na perspectiva da semiótica discursiva, algumas particularidades dos discursos na internet em geral, principalmente em relação a quatro questões principais: a definição desses discursos quanto às modalidades falada e escrita; a organização enunciativa e veridictória dos discursos na internet, de que decorrem as especificidades da “autoria” e do “anonimato” e o caráter público e privado desses discursos. Com o exame proposto, pudemos indicar algumas das principais características dos discursos na internet: exacerbação da intensidade na interação e da extensão na duração e alcance desses discursos, devido à sua complexidade, entre a fala e a escrita; negação da oposição entre público e privado, em decorrência da formação do complexo público/privado; instalação do sujeito discursivo como homem público, embora anônimo, do ponto de vista da “autoria” do ator da enunciação; e também como sujeito confiável, pois apresenta a verdade e o saber, mas sem responsabilidade sobre o que diz, e como sujeito do poder. Complexidade, no sentido semiótico do termo, parece ser o elemento definidor dos discursos da internet.

Palavras-chave
Semiótica discursiva; Discurso na internet; Fala e escrita; Enunciação e veridicção; Público e privado; Autoria e anonimato

BARROS, Diana L. P. de, “A Comunicação Humana”

BARROS, Diana L. P. de, “A Comunicação Humana” in: J. L. Fiorin.(Org). Introdução à Lingüística. São Paulo: Contexto, 2002. p. 25-53.

(anexo)

 

Texto que reapresenta o esquema de comunicação proposto pelo semioticista Ignácio Assis Silva em 1972, usado como base para estudos interdisciplinares entre Semiótica e Inteligência Artificial.

 

 

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Paixões e apaixonados: exame semiótico de alguns percursos.

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Paixões e apaixonados: exame semiótico de alguns percursos. Cruzeiro Semiótico, 11/12, p. 60-3, 1990.

(anexo)

BEIVIDAS, Waldir. A Semiótica Tensiva: uma teoria imanente do afeto

BEIVIDAS, Waldir. A Semiótica Tensiva: uma teoria imanente do afeto. CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada, v. 13, n.1, 2015, p. 43-86. Disponível em https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/viewFile/7607/5436. Acesso em 01 de setembro de 2019.

Uma discussão bastante completa da semiótica tensiva no contexto histórico da semiótica de linha francesa, discutindo as influências e desenvolvimentos que permitem propô-la como uma teoria imanente do afeto.

BELISÁRIO, A.. Sobre guerrilhas e cópias

BELISÁRIO, A.. Sobre guerrilhas e cópias. In: BELISARIO, A; TARIN, B. (Org.). Copyfight: pirataria e culture livre. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2012, p. 75-92. Disponível em: <https://crabgrass.riseup.net/assets/118853/COPYFIGHT%20web.pdf#page=76>. Acesso em: 7 jun. 2018.

 

Introdução:
Mais do que mera disputa por direitos de cópia, Copyfight remete a uma batalha entre diferentes noções de autoria e propriedade. A cha-mada  “crise  contemporânea  da  propriedade  intelectual”  revela  nada  mais  que  a  farsa  desta  forma  de  apropriação  privada  e  a  incapacida-de de se sustentar um regime artificial de controle de bens imateriais frente às crescentes possibilidades de produções de relações e espaços comuns  e  autônomos.  »Copyfight  trata  da  desobediência  civil  frente  a estes monopólios sobre a cultura e o conhecimento técnico.« Como veremos, não foi sem conflitos que os dispositivos institucionais de ga-rantia  da  “propriedade  intelectual”  foram  instituídos  e  são  mantidos  até hoje.Tal  crise  da  “propriedade  intelectual”  (...)

BUZATO, Marcelo E. K.. Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação.

BUZATO, Marcelo E. K.. Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, v. 12, p. 783-809, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1984-63982012005000004&lng=e&tlng=pt>. Acesso em: 10 de maio de 2018.

Resumo:

Este trabalho apresenta uma proposta de (re)descrição do fenômeno do(s) (novos) letramento(s) fundamentada teórico-metodologicamente na Teoria Ator-Rede e ilustra o percurso que levou a tal proposta com uma vinheta descritiva de parte dos resultados de um estudo de cunho etnográfico que envolveu dois estudantes universitários do sudeste do Brasil por um período de dois anos. Os dados incluídos no estudo foram gerados por várias estratégias, tais como o monitoramento dos computadores pessoais dos informantes por meio de um software especializado, notas de campo, diários pessoais, observação simples e participante, além de entrevistas semiestruturadas. Objetiva convidar a comunidade de pesquisa em novos letramentos no Brasil a avaliar a utilidade de conceberem-se letramentos e subjetividades como atores-redes, assim como os limites de tal manobra teórico-metodológica. Revisa brevemente estudos sobre (novos) letramento(s) que utilizaram conceitos da Teoria Ator-Rede e conclui que a mesma ainda não foi explorada em todo o seu potencial nesse campo de pesquisa.

: letramentos; teoria ator-rede; subjetividade; contexto; cultura digital.

BUZATO, Marcelo E.K. Será que ler um robô desrobotiza um leitor?

BUZATO, Marcelo E.K. Será que ler um robô desrobotiza um leitor? In: Trab. linguist. apl. [online], vol.49, n.2, 2010. URL: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-18132010000200004&script=sci_arttext>. Acesso em 12/10/2012.

 

RESUMO

Discute a relação entre letramentos digitais e letramentos críticos com base nos conceitos de transcodificação cultural e dialogismo, de forma contextualizada por exemplos de interações entre o pesquisador e um agente de conversação automatizado disponível na WWW. Demonstra que esse tipo de interação pode ser considerada dialógica no sentido de colocar em evidência o 'povoamento' dos textos digitais por dois tipos vozes ou intenções discursivas: uma voltada para racionalidade e outra para a racionalização. Conclui que esse hibridismo de vozes pode ser corretamente aproveitado para uma educação crítica no sentido de desmontar oposições binárias entre tecnologia e cultura.

Palavras chave: letramentos digitais; transcodificação cultural; agentes de conversação automatizados.

C

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre. Coleção Texto Livre: Pensemeando o Mundo. São Carlos: Pedro e João Editores, 2019. Disponível em: https://ebookspedroejoaoeditores.wordpress.com/2019/08/02/as-culturas-do-grupo-texto-livre-um-estudo-de-vies-etnografico-sob-a-otica-da-complexidade/. Acesso em 03 de agosto de 2019.

Livro baseado na tese de doutorado de Carlos Henrique Silva de Castro, na linha de pesquisa em Linguagem e Tecnologia do Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem (POSLIN/FALE/UFMG), orientado por Vera Menezes.

Índice
Prefácio...........................................................................................11
Sobre a coleção...............................................................................17
Capítulo 1.Introdução .......................................................................... 23
1.1. Da continuidade de um diálogo.............................................. 23
1.2. Uma introdução às culturas livres.......................................... 26
1.3. Parâmetros e contexto de trabalho.......................................... 32
1.4. Pistas para uma investigação: problematização...................... 40
1.5. Objetivos de trabalho.............................................................. 47
1.6. Estrutura do trabalho.............................................................. 47
Capítulo 2.Quadro teórico em que a pesquisa se insere...................... 51
2.1. Raízes Teóricas: conhecimento sob o ponto de vista
construcionista................................................................................ 51
2.2. Comunidades, práticas e as ideias construcionistas................ 57
2.3. Sistemas adaptativos complexos em um diálogo conceitual. . 66
2.4. Comunidades são sistemas adaptativos complexos................ 75
2.5. As comunidades de prática e os fractais................................. 79
2.6. Síntese de pressupostos teóricos............................................. 84
Capítulo 3. A etnografia como epistemologia..................................... 90
3.1. Das razões de se fazer e do histórico da etnografia................ 90
3.2. Fazendo etnografia, lendo culturas ......................................... 95
3.3. O significado e o contexto para a etnografia ........................ 102
3.4. Pontos relevantes como âncoras para as análises................. 106
3.5. Perseguindo a lógica de se fazer etnografia..........................111
3.6. Situando uma pesquisa holística...........................................119
Capítulo 4. Metodologia para um estudo etnográfico com dados
digitais............................................................................................... 126
4.1. Das escolhas e potencialidades ontológica, epistemológica e
metodológica................................................................................ 126
4.2. Do pesquisador, dos sujeitos e dos dados de pesquisa......... 132
4.3. Onde estamos e para onde vamos: três momentos de análise
...................................................................................................... 144
4.4. Ferramentas etnográficas: o legado de Spradley.................. 150
4.5. Entrevista para maior iteratividade....................................... 157
Capítulo 5.Taxionomia cultural do grupo Texto Livre ...................... 162
5.1. Primeiro Momento: Análise de domínios em busca de âncoras
de análise...................................................................................... 162
5.1.1.Motivações para a emergência do grupo Texto Livre..... 165
Ponto relevante 1: interação aluno e cultura livre.......... 172
Texto Livre: pensemeando o mundo
Ponto relevante 2: a extensão universitária para o diálogo
sobre cultura livre e educação com comunidades além da
universidade.................................................................... 174
5.1.2.O ambiente interativo do grupo Texto Livre................... 174
Ponto relevante 3: ferramentas de interação do TL........ 177
Ponto relevante 4: produção de SL................................. 178
5.1.3.Os objetivos do grupo Texto Livre................................. 179
5.1.4.A organização do grupo Texto Livre............................... 182
Ponto relevante 5: as relações interativas entre
comunidades do TL........................................................ 184
5.1.5.As emergências do grupo Texto Livre............................ 185
5.1.6.Apresentando as âncoras para as análises do Segundo
Momento.................................................................................. 189
5.2. Segundo Momento: miniturnês, as observações focadas..... 200
5.2.1.As culturas da CoP UNI003............................................ 201
5.2.1.1.Ambiente interativo e ferramentas de interação...... 204
5.2.1.2.Os atores e suas responsabilidades.......................... 210
5.2.1.3.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de tutores da UNI003................. 215
5.2.1.4.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de monitores da UNI003............ 226
5.2.1.5.As emergências proporcionadas na interação entre
membros das comunidades do TL e comunidades externas ao
TL ........................................................................................ 237
5.2.1.6.Os padrões emergentes da comunidade UNI003.... 247
5.2.2.As culturas da CoP EVIDOSOL ..................................... 251
5.2.2.1.Da emergência, objetivos, atores e práticas do
EVIDOSOL......................................................................... 253
5.2.2.2.Entrevista para elucidar pontos obscuros................ 265
5.2.2.3.Das comunidades de prática formadas pelos membros
do EVIDOSOL.................................................................... 281
5.2.2.4.A comunidade de prática proporcionada pelos
congressistas........................................................................ 286
5.2.2.5.Os padrões emergentes da CoP EVIDOSOL.......... 295
5.2.3.As culturas da CoP Revista Texto Livre......................... 298
6
As culturas do grupo Texto Livre
5.2.3.1.Dos objetivos da Revista Texto Livre e do diálogo
entre academia e cultura livre que sua CoP proporciona.... 300
5.2.3.2.Dos atores e das práticas da CoP Revista Texto Livre
............................................................................................. 307
Capítulo 6. Considerações finais....................................................... 314
6.1. Para a continuidade de um diálogo....................................... 314
6.2. Pontos Relevantes em um contraste teórico ......................... 317
6.3. O alcance dos objetivos geral e específicos.......................... 321
6.4. A cultura livre e os benefícios da interação do TL aos seus
membros ....................................................................................... 323
6.5. Das contribuições para a LA e das questões que ficam........ 325
APÊNDICE: Autorização para utilização de dados.......................... 343
ANEXO: Aplicativos desenvolvidos pelo TL ................................... 344

CHAIKLIN, Seth. A zona de desenvolvimento próximo na análise de Vigotski sobre aprendizagem e ensino

CHAIKLIN, Seth. A zona de desenvolvimento próximo na análise de Vigotski sobre aprendizagem e ensino./Trad. Juliana Campregher Pasqualini. Psicologia em Estudo Print version vol.16 no.4 Maringá Oct./Dec. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722011000400016>. Acesso em 19 de maio de 2018.

(...) O conceito vigotskiano de zona de desenvolvimento próximo é mais preciso e elaborado do que no modo como tem sido comumente compreendido ou interpretado. O principal propósito desse capítulo é fornecer uma introdução e interpretação abrangentes desse conceito, tecendo comentários sobre as interpretações contemporâneas predominantes. Na conclusão do capítulo são apresentadas algumas perspectivas e implicações derivadas da interpretação [do conceito] aqui proposta.(...)

F

FIORIN, José Luiz Fiorin. As figuras do pensamento: estratégias do enunciador para persuadir o enunciatário

FIORIN, José Luiz Fiorin. As figuras do pensamento: estratégias do enunciador para persuadir o enunciatário. Revista Alfa, n.o 32, São Paulo, 1988. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/3798. Acesso em 25 de abril de 2019.

Resumo

Este trabalho pretende estudar as figuras de pensamento da retórica clássica como uma das estratégias empregadas pelo enunciador para persuadir o enunciatário, para fazê-lo crer em seu discurso. Essas figuras retóricas dividem-se em dois grupos: as que se constroem a partir de procedimentos da sintaxe discursiva e as que se produzem a partir de mecanismos da semântica discursiva. As primeiras têm sua origem num desacordo entre as instâncias do enunciado e da enunciação, quando, por exemplo, se afirma algo no enunciado e se nega na enunciação, enquanto as segundas resultam de uma combinação, na sucessividade do sintagma, de figuras do discurso em disjunção. Com as figuras de pensamento, o enunciador diz sem ter dito, simula moderação para dizer de maneira enfática, finge ênfase para afirmar de maneira atenuada, apresenta uma nova combinação de figuras do discurso para levar o enunciatário a assumir o que lhe está sendo comunicado.

Palavras-chave

Figuras de pensamento; contrato enunciativo; processo de comunicação;

Fiorin, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa.

Fiorin, José Luiz. Esboço da história do desenvolvimento da semiótica francesa. Cadernos De Estudos Lingüísticos, 42, 131-146, 2011. https://doi.org/10.20396/cel.v42i0.8637144 Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8637144 Acesso em 01/08/2019.

Resumo
Ce travail esquisse l’histoire de la sémiotique française. Il commence par montrer que la théorie sémiotique présente une filiation au projet sémiologique saussurien. Cependant, elle se détache de la sémiologie développée en France, parce qu’elle ne prétend pas être une théorie des systèmes de signes, mais une théorie de la signification. Après avoir présenté les principes théoriques sur lesquels se fonde la Sémiotique, ce travail expose les différentes phases que la sémiotique a traversées, tout en les replaçant dans un contexte plus large. Enfin, on expose les nouvelles directions de la sémiotique. Aprés avoir pris pour objet les éléments differentiels, la théorie sémiotique cherche acteuellemment à faire l’analyse du continu à l’oeuvre dans le sens. C’est ainsi que la Sémiotique dépasse la phonologisation du sens au moyen de sa prosodisation.

L

LARA, Gláucia Muniz Proença, MATTE, Ana Cristina Fricke. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto

LARA, Gláucia M. P., MATTE, Ana C. F. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

Livro esgotado. A versão em anexo, embora contenha o livro na íntegra, não está paginada (males da licença proprietária, que não deixa os autores terem acesso a todos os arquivos).

Sumário
APRESENTAÇÃO
CONHECENDO A PROPOSTA
INTRODUÇÃO
Semiótica – o que é e como se faz
CAPÍTULO 1
O plano do conteúdo e o percurso gerativo de sentido
CAPÍTULO 2
A construção de sujeitos na narrativa
CAPÍTULO 3
Emoção e paixão no discurso
CAPÍTULO 4
Temas, figuras e isotopias: apreendendo os planos de leitura do texto
CAPÍTULO 5
Intertextualidade
CAPÍTULO 6
Tensividade: um mergulho simulado nas profundezas do texto
CAPÍTULO 7
Enunciação e aspectualização
CAPÍTULO 8
Trabalhando o plano da expressão: introdução à semiótica visual
PARA OUTRAS REFLEXÕES
REFERÊNCIAS

LOPES, Ivã Carlos. A Noção de “Profundidade” na Semiótica.

LOPES, Ivã Carlos. A Noção de “Profundidade” na Semiótica. CASA Cadernos de Semiótica Aplicada, Vol. 4.n.2, dezembro de 2006. Disponível em <https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/564>. Acesso em 22 de setembro de 2018.

Resumo
O artigo aborda a questão da “profundidade” na semiótica da Escola de Paris, destacando alguns aspectos de uma concepção “vertical” em contraste com uma concepção“sagital” do mesmo problema.
Palavras-chave: Epistemologia. Profundidade. Sentido. Escola Semiótica de Paris.

LOPES, Ivã Carlos. Semiótica e morfodinâmica. Uma busca e suas vicissitudes

LOPES, Ivã Carlos. Semiótica e morfodinâmica. Uma busca e suas vicissitudes. In: Revista Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, vol. 7, n. 1, 2014. Disponível em <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/6098>. Acesso em 11 de março de 2019.

Resumo

Entre as discussões que marcaram a breve história da semiótica desde os princípios de sua implantação disciplinar, focalizamos, nesta ocasião, as chamadas propostas "morfodinâmicas" que, na comunidade semiótica, tiveram curso principalmente durante as décadas de 1980 e 1990, até se tornarem menos frequentadas a partir da virada do novo século. A fim de ilustrar nossa explanação, mostramos o modo de funcionamento de uma esquematização morfodinâmica das modalidades epistêmicas, lidas com auxílio de uma das "catástrofes elementares" de René Thom, debatendo sua contribuição para a inteligibilidade dessa região conceitual.

Palavras-chave

Epistemologia. Morfodinâmica. Semiótica. Teoria das catástrofes.
M

MANCINI, Renata; TROTTA, Mariana; SOUZA, Silvia Maria de. Análise semiótica da propaganda Hitler, da Folha de São Paulo

MANCINI, Renata; TROTTA, Mariana; SOUZA, Silvia Maria de. Análise semiótica da propaganda Hitler, da Folha de São Paulo. XIII Colóquio do Centro de pesquisas Sociossemióticas. PUC-SP, São Paulo, 2007. Disponível em <http://www.contrastepropaganda.com.br/sedi/wp-content/uploads/renata-mancini/2007_Mancini_CPS2007FolhaSPHitler.pdf>. Acesso em 22 de setembro de 2018.

(em anexo)

Introdução
É apenas um ponto negro na tela e uma voz impostada em off que enuncia: “Este homem pegou uma nação destruída...” Parcos elementos sem cor e sem música são suficientes para inquietar um telespectador do outro lado da tela. A ausência de atributos, bem como de sentido – que homem? que nação? – fissura olhos e ouvidos habituados ao excesso sonoro e visual das (...)

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito. Revista de Estudos da Linguagem, v. 14, p. 31-50, 2006. Acesso em 06/11/2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/4976/0>.

 

Comentário da autora (MATTE): este artigo fala sobre o software de análise fonológica automática silábica-acentual de texto escrito, que visa sua aplicação nas ciências da fala, mais especificamente a fonética acústica e a fonoestilística.

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?. DELTA. Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, v. 24, p. 159-174, 2008. Acesso em 10/01/2019. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-44502008000200001>.

 

Comentário da autora (MATTE): este texto apresenta uma metodologia, aplicada em exemplos, cujo objetivo é prover ao analista da fala uma maior propriedade no tratamento da fala neutra, comumente usada em pesquisas de fonética acústica como parâmetro de referência. Trata-se do principal resultado do pós-doutorado desenvolvido pela autora na UNICAMP, no Laboratório de Fonética Acústica, de 2003 a 2004.

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva. In: CASA Cadernos de Semiótica Aplicada Vol. 6.n.2, dezembro de 2008 URL: http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/1206 Acesso em 12/10/2012

 

O esquema de comunicação foi publicado pela primeira vez em 1972, na tese de doutorado do prof. Ignácio Assis Silva, e foi recuperado pela prof.a Diana Luz Pessoa de Barros, no livro de introdução à linguística publicado pela USP. Este esquema possui uma virtude muito importante para trabalhos em comunicação humana: sua estrutura é flexível e faz emergir a maleabilidade e erros previstos pelo ato de comunicação, sendo, portanto, mais que um esquema, um processo, baseado na continuidade e com forte usabilidade em trabalhos de análise de conversação.