terça, 9 mar 2021, 07:27
Site: Texto Livre Eventos
Curso: Ciência Aberta: Espaço Compartilhado dos Grupos de Semiótica do Brasil (Semiótica)
Glossário: Biblioteca comentada

LARA, Gláucia Muniz Proença, MATTE, Ana Cristina Fricke. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto

LARA, Gláucia M. P., MATTE, Ana C. F. Ensaios de semiótica: aprendendo com o texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

Livro esgotado. A versão em anexo, embora contenha o livro na íntegra, não está paginada (males da licença proprietária, que não deixa os autores terem acesso a todos os arquivos).

Sumário
APRESENTAÇÃO
CONHECENDO A PROPOSTA
INTRODUÇÃO
Semiótica – o que é e como se faz
CAPÍTULO 1
O plano do conteúdo e o percurso gerativo de sentido
CAPÍTULO 2
A construção de sujeitos na narrativa
CAPÍTULO 3
Emoção e paixão no discurso
CAPÍTULO 4
Temas, figuras e isotopias: apreendendo os planos de leitura do texto
CAPÍTULO 5
Intertextualidade
CAPÍTULO 6
Tensividade: um mergulho simulado nas profundezas do texto
CAPÍTULO 7
Enunciação e aspectualização
CAPÍTULO 8
Trabalhando o plano da expressão: introdução à semiótica visual
PARA OUTRAS REFLEXÕES
REFERÊNCIAS

MATTE, Ana Cristina Fricke. Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre. Coleção Texto Livre: Pensemeando o mundo. Pedro & João Editores: São Carlos, 2018. Disponível em https://ebookspedroejoaoeditores.files.wordpress.com/2019/03/livroanaebook.pdf. Acesso em 05 de agosto de 2019..

Livro publicado em versão impressa e digital. A versão digital, em PDF e gratuita, pode ser baixada na página da editora, conforme o endereço acima, ou na página da coleção: http://textolivre.org/arquivos/colecaoTextoLivre/

COMENTÁRIO DA AUTORA: não é um livro de Semiótica teórica, mas de Semiótica Aplicada. O público alvo são professores de todas as áreas do conhecimento, de modo que muitos conceitos semióticos ou não foram aprofundados ou receberam uma explicação menos especializada. Destaque para os capítulos 3 a 5.

Sumário
Prefácio.....................................................................................................8
Começo de conversa...............................................................................16
Sobre a coleção.......................................................................................20
PARTE 1: Pensamentos................................................................................26
O que é Texto Livre?...............................................................................28
Capítulo 1.O lápis e o verbo......................................................................... 37
Capítulo 2.Professores rurais........................................................................ 47
Capítulo 3.Análise Semiótica da Sala de Aula no tempo da EAD................55
Capítulo 4.Semiose on-line: construção de sujeitos.....................................99
Capítulo 5.Cyberbullying: a (des)ordem da falácia.................................... 119
Capítulo 6.A identidade do jogador: gamificação na prática ......................151
Capítulo 7.O método Texto Livre: a metodologia do risco .........................175


MATTE, Ana Cristina Fricke. Automato livre: semiótica e tecnologia adaptativa

MATTE, Ana Cristina Fricke. Automato livre: semiótica e tecnologia adaptativa. In: Worshop Internacional de Software Livre, 2015, Porto Alegre. Proceedings of WSL 2015. Porto Alegre: Associação de Software Livre.org, 2015. v. 1. p. 1-12. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://wsl.softwarelivre.org/2015/0007>.

Artigo apresentado no WSL, Workshop internacional mantido pela Sociedade Brasileira de Computação. Faz parte de uma série de trabalhos abordando a compatibilidade entre a semiótica e a inteligência artificial na linha da tecnologia adaptativa.

MATTE, Ana Cristina Fricke., PEREIRA, D. R. M., MENDES, C. M. Semiótica e tecnologia: algumas experiências interdisciplinares

MATTE, Ana Cristina Fricke., PEREIRA, D. R. M., MENDES, C. M. Semiótica e tecnologia: algumas experiências interdisciplinares. In: Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, v.7, n.o 1, 2014. Acesso em 6/11/2017. Acesso em 06/11/2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/6093>.

Texto sobre diferentes abordagens no campo da semiótica e tecnologia com foco em pesquisas realizadas no Laboratório SEMIOTEC da UFMG, apresentado no STIS2014.

ORIENTAÇÂO: dicas para inserir novos itens

DICAS:

Se o texto estiver online, coloque a URL na referência e a data de acesso.

Se você disponibilizar um PDF, anexe-o ao item e coloque a referência na descrição, junto com seu comentário.

Se você tiver o texto em papel, seria ótimo se pudesse disponibilizá-lo escaneado. Se não for possível, inclua em seu comentário sugestão de local onde encontrar o texto.

PS: para montar o título da entrada, coloque o início da referência (autores e titulo), tal como aparecem nas referências mesmo.

Indique pelo menos duas categorias: uma indicando o tipo de texto (artigo, capítulo, livro ou outros tipos) e uma, no mínimo indicando o foco do conteúdo. Quanto mais categorias você incluir sobre o conteúdo, mais fácil do texto ser encontrado na busca por categoria. Além das categorias, você pode indicar palavras-chaves (marcadores), incluindo as tags e, após cada uma, dando entre.
Se o texto for um livro, é recomendável incluir o sumário na descrição.  

Obrigada!

MATTE, Ana Cristina Fricke. Esquema de comunicação sob olhares da semiótica e da tecnologia adaptativa

MATTE, Ana Cristina Fricke. Esquema de comunicação sob olhares da semiótica e da tecnologia adaptativa. Revista CASA Cadernos de Semiótica Aplicada (Araraquara), v. 12, p. 55-101, 2014. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/7149>.

Este texto aborda o Esquema de Comunicação proposto por Ignácio Assis Silva em 1972 numa conversaa interdisciplinar com a tecnologia adaptativa, com base na Semiótica Francesa.

MATTE, Ana Cristina Fricke. A respeito da construção semiótica do sentido do bullying e do cyberbullying

MATTE, Ana Cristina Fricke. A respeito da construção semiótica do sentido do bullying e do cyberbullying. Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, [S.l.], v. 5, n. 1, p. 2-12, jul. 2012. ISSN 1983-3652. Disponível em: <http://periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/1712>. Acesso em: 25 de agosto de 2018. doi:http://dx.doi.org/10.17851/1983-3652.5.1.2-12.

Publicação original do capítulo correspondente, revisado e atualizado, no livro Sementes de Educação Aberta e Cultura Livre, indicado neste glossário.

MATTE, Ana.C.F. Manual do Dadossemiotica 1.0

MATTE, Ana.C.F. Manual do Dadossemiotica 1.0. Disponível em <http://dadossemiotica.textolivre.org/arquivos/manual-versao[1_x].pdf>. Acesso em 10 de janeiro de 2019. Produzido e divulgado em 2012.

Manual da primeira versão estável do software livre dadosSemiotica para análise de textos e organização da pesquisa. Nesta versão o software não contava com o módulo de semiótica.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Veridicção e paixão: entrelaçamentos narrativos e discursivos

MATTE, Ana Cristina Fricke. Veridicção e paixão: entrelaçamentos narrativos e discursivos. Revista Estudos Semióticos, vol. 8, n.1, 2012. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49306>. Acesso em 18 de outubro de 2018.

Artigo introdutório discutindo a relação entre a veridicção e a paixão na semiótica francesa.

MATTE, Ana C. F., MEIRELES, Alexsandro. R., RIBEIRO, Rubens T. SETFON: O Problema da Análise de Dados Prosódicos, Textuais e Acústicos

MATTE, Ana C. F., MEIRELES, Alexsandro. R., RIBEIRO, Rubens T. SETFON: O Problema da Análise de Dados Prosódicos, Textuais e Acústicos. In: Revista (con) textos linguísticos (UFES), v. 1, p. 8-30, 2011. Disponível em: <http://www.periodicos.ufes.br/contextoslinguisticos/article/view/5175/0>. Acesso em 06 de novembro de 2017.

Artigo sobre o software Setfon, cujo desenvolvimento previa, desde o início, uma ferramenta como o dadosSemiotica, tendo com este grande afinidade de propósitos e fundamentos.

MATTE, Ana Cristina Fricke, MARQUES, Daniervelin Renata Marques. Ignacio Assis Silva: a fantástica fábrica de conexões

MATTE, Ana Cristina Fricke, MARQUES, Daniervelin Renata Marques. Ignacio Assis Silva: a fantástica fábrica de conexões. Revista CASA Cadernos de Semiótica Aplicada, vol. 8, n.o 2, 2010. Disponível em: https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/viewFile/3317/3097. Acesso em 20 de abril de 2019.

Texto explicando o alcance interdisciplinar do trabalho daquele que, segundos muitos incluindo eu mesma, foi o maior semioticista brasileiro: Ignácio Assis Silva.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise semiótica da sala de aula no tempo da EAD

MATTE, Ana Cristina Fricke. Análise semiótica da sala de aula no tempo da EAD. Revista Tecnologias na Educação, v. 1, 2009. Acesso em 6/11/2017. Disponível em: <http://tecedu.pro.br/wp-content/uploads/2015/07/pal4-vol1-dez-20091.pdf> .

Texto original do capítulo correspondente (revisado e ampliado) publicado no livro Sementes de Educação Aberta, disponível neste glossário.

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre

CASTRO, Carlos Henrique Silva de. As Culturas do Grupo Texto Livre. Coleção Texto Livre: Pensemeando o Mundo. São Carlos: Pedro e João Editores, 2019. Disponível em: https://ebookspedroejoaoeditores.wordpress.com/2019/08/02/as-culturas-do-grupo-texto-livre-um-estudo-de-vies-etnografico-sob-a-otica-da-complexidade/. Acesso em 03 de agosto de 2019.

Livro baseado na tese de doutorado de Carlos Henrique Silva de Castro, na linha de pesquisa em Linguagem e Tecnologia do Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem (POSLIN/FALE/UFMG), orientado por Vera Menezes.

Índice
Prefácio...........................................................................................11
Sobre a coleção...............................................................................17
Capítulo 1.Introdução .......................................................................... 23
1.1. Da continuidade de um diálogo.............................................. 23
1.2. Uma introdução às culturas livres.......................................... 26
1.3. Parâmetros e contexto de trabalho.......................................... 32
1.4. Pistas para uma investigação: problematização...................... 40
1.5. Objetivos de trabalho.............................................................. 47
1.6. Estrutura do trabalho.............................................................. 47
Capítulo 2.Quadro teórico em que a pesquisa se insere...................... 51
2.1. Raízes Teóricas: conhecimento sob o ponto de vista
construcionista................................................................................ 51
2.2. Comunidades, práticas e as ideias construcionistas................ 57
2.3. Sistemas adaptativos complexos em um diálogo conceitual. . 66
2.4. Comunidades são sistemas adaptativos complexos................ 75
2.5. As comunidades de prática e os fractais................................. 79
2.6. Síntese de pressupostos teóricos............................................. 84
Capítulo 3. A etnografia como epistemologia..................................... 90
3.1. Das razões de se fazer e do histórico da etnografia................ 90
3.2. Fazendo etnografia, lendo culturas ......................................... 95
3.3. O significado e o contexto para a etnografia ........................ 102
3.4. Pontos relevantes como âncoras para as análises................. 106
3.5. Perseguindo a lógica de se fazer etnografia..........................111
3.6. Situando uma pesquisa holística...........................................119
Capítulo 4. Metodologia para um estudo etnográfico com dados
digitais............................................................................................... 126
4.1. Das escolhas e potencialidades ontológica, epistemológica e
metodológica................................................................................ 126
4.2. Do pesquisador, dos sujeitos e dos dados de pesquisa......... 132
4.3. Onde estamos e para onde vamos: três momentos de análise
...................................................................................................... 144
4.4. Ferramentas etnográficas: o legado de Spradley.................. 150
4.5. Entrevista para maior iteratividade....................................... 157
Capítulo 5.Taxionomia cultural do grupo Texto Livre ...................... 162
5.1. Primeiro Momento: Análise de domínios em busca de âncoras
de análise...................................................................................... 162
5.1.1.Motivações para a emergência do grupo Texto Livre..... 165
Ponto relevante 1: interação aluno e cultura livre.......... 172
Texto Livre: pensemeando o mundo
Ponto relevante 2: a extensão universitária para o diálogo
sobre cultura livre e educação com comunidades além da
universidade.................................................................... 174
5.1.2.O ambiente interativo do grupo Texto Livre................... 174
Ponto relevante 3: ferramentas de interação do TL........ 177
Ponto relevante 4: produção de SL................................. 178
5.1.3.Os objetivos do grupo Texto Livre................................. 179
5.1.4.A organização do grupo Texto Livre............................... 182
Ponto relevante 5: as relações interativas entre
comunidades do TL........................................................ 184
5.1.5.As emergências do grupo Texto Livre............................ 185
5.1.6.Apresentando as âncoras para as análises do Segundo
Momento.................................................................................. 189
5.2. Segundo Momento: miniturnês, as observações focadas..... 200
5.2.1.As culturas da CoP UNI003............................................ 201
5.2.1.1.Ambiente interativo e ferramentas de interação...... 204
5.2.1.2.Os atores e suas responsabilidades.......................... 210
5.2.1.3.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de tutores da UNI003................. 215
5.2.1.4.As emergências proporcionadas na interação entre
membros da comunidade de monitores da UNI003............ 226
5.2.1.5.As emergências proporcionadas na interação entre
membros das comunidades do TL e comunidades externas ao
TL ........................................................................................ 237
5.2.1.6.Os padrões emergentes da comunidade UNI003.... 247
5.2.2.As culturas da CoP EVIDOSOL ..................................... 251
5.2.2.1.Da emergência, objetivos, atores e práticas do
EVIDOSOL......................................................................... 253
5.2.2.2.Entrevista para elucidar pontos obscuros................ 265
5.2.2.3.Das comunidades de prática formadas pelos membros
do EVIDOSOL.................................................................... 281
5.2.2.4.A comunidade de prática proporcionada pelos
congressistas........................................................................ 286
5.2.2.5.Os padrões emergentes da CoP EVIDOSOL.......... 295
5.2.3.As culturas da CoP Revista Texto Livre......................... 298
6
As culturas do grupo Texto Livre
5.2.3.1.Dos objetivos da Revista Texto Livre e do diálogo
entre academia e cultura livre que sua CoP proporciona.... 300
5.2.3.2.Dos atores e das práticas da CoP Revista Texto Livre
............................................................................................. 307
Capítulo 6. Considerações finais....................................................... 314
6.1. Para a continuidade de um diálogo....................................... 314
6.2. Pontos Relevantes em um contraste teórico ......................... 317
6.3. O alcance dos objetivos geral e específicos.......................... 321
6.4. A cultura livre e os benefícios da interação do TL aos seus
membros ....................................................................................... 323
6.5. Das contribuições para a LA e das questões que ficam........ 325
APÊNDICE: Autorização para utilização de dados.......................... 343
ANEXO: Aplicativos desenvolvidos pelo TL ................................... 344

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito

MATTE, A.C.F., MEIRELES, A.R., FRAGUAS, C.C. SIL Web - analisador fonológico silábico-acentual de texto escrito. Revista de Estudos da Linguagem, v. 14, p. 31-50, 2006. Acesso em 06/11/2017. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/article/view/4976/0>.

 

Comentário da autora (MATTE): este artigo fala sobre o software de análise fonológica automática silábica-acentual de texto escrito, que visa sua aplicação nas ciências da fala, mais especificamente a fonética acústica e a fonoestilística.

MATTE, Ana Cristina Fricke, LARA, G. M. P. Um panorama da semiótica Greimasiana

MATTE, Ana Cristina Fricke, LARA, G. M. P. Um panorama da semiótica Greimasiana. Alfa Revista de Linguística, v. 53, n. 2, 2009. Disponível em: <http://seer.fclar.unesp.br/alfa/article/view/2119>. Acesso em 6/11/2017.

 

Comentário da autora (Matte): este artigo foi precursor da introdução ao livro de semiótica Ensaios de Semiótica, das autoras, disponível nesta biblioteca comentada. É um texto mais sucinto e, já que o conteúdo é praticamente o mesmo (foram ambos publicados no mesmo ano), é possível utilizá-lo no lugar da introdução mais recente.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Como e porquê dar aulas de semiótica online?

MATTE, Ana Cristina Fricke. Como e porquê dar aulas de semiótica online? Estudos Semióticos (USP), v. 5, p. 1, 2009. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/49229>. Acesso em 02 de março de 2018.

 

Comentário da autora: texto baseado em apresentação no ENAPOL de Semiótica em 2008, trata de recursos online que podem ser aproveitados de forma a facilitar e envolver os estudantes no estudo da Semiótica, trazendo experiências realizadas na UFMG.

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva

MATTE, Ana C. F. O Processo Semiótico de Comunicação. Sobre o Esquema de Comunicação de Ignácio Assis Silva. In: CASA Cadernos de Semiótica Aplicada Vol. 6.n.2, dezembro de 2008 URL: http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/1206 Acesso em 12/10/2012

 

O esquema de comunicação foi publicado pela primeira vez em 1972, na tese de doutorado do prof. Ignácio Assis Silva, e foi recuperado pela prof.a Diana Luz Pessoa de Barros, no livro de introdução à linguística publicado pela USP. Este esquema possui uma virtude muito importante para trabalhos em comunicação humana: sua estrutura é flexível e faz emergir a maleabilidade e erros previstos pelo ato de comunicação, sendo, portanto, mais que um esquema, um processo, baseado na continuidade e com forte usabilidade em trabalhos de análise de conversação.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Uma definição informal de documentação: análise semiótica

MATTE, Ana Cristina Fricke. Uma definição informal de documentação: análise semiótica. Revista Texto Livre: linguagem e tecnologia v. 1, n. 2, 2008. Disponível em: <http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/15). Acesso em 27 de agosto de 2018.

 

Documentação de software é aqui discutida com exemplos do dia a dia e, com base em análises semióticas, indica diferentes tipos de documentação de software e sua importância para o desenvolvimento de software livre. Tem como tema a cultura livre, a aplicação da semiótica na formação de comunidades e a análise de documentos formais.

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?

MATTE, Ana C. F. Existe Fala Neutra para a Poesia?. DELTA. Documentação de Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada, v. 24, p. 159-174, 2008. Acesso em 10/01/2019. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-44502008000200001>.

 

Comentário da autora (MATTE): este texto apresenta uma metodologia, aplicada em exemplos, cujo objetivo é prover ao analista da fala uma maior propriedade no tratamento da fala neutra, comumente usada em pesquisas de fonética acústica como parâmetro de referência. Trata-se do principal resultado do pós-doutorado desenvolvido pela autora na UNICAMP, no Laboratório de Fonética Acústica, de 2003 a 2004.

MATTE, Ana Cristina Fricke. Taxa de elocução, grupo acentual, pausas e fonoestilística: temporalidade na prosa e na poesia com interpretação livre

MATTE, Ana Cristina Fricke. Taxa de elocução, grupo acentual, pausas e fonoestilística: temporalidade na prosa e na poesia com interpretação livre. Estudos Lingüísticos (São Paulo), v. XXXV, p. 276-285, 2006. Disponível em: http://www.gel.hospedagemdesites.ws/estudoslinguisticos/edicoesanteriores/4publica-estudos-2006/sistema06/28.pdf. Acesso em 6 de maio de 2019.

 

Resumo. Neste trabalho investigou-se a relação entre a duração da fala e das pausas silenciosas intra ou entre sentenças, numa discussão metodológica visando sua aplicação nos campos da fonética e, mais especificamente, da fonoestilística. Taxa de Elocução e duração de unidades vogal a vogal são correlacionadas com a duração absoluta e normalizada das pausas silenciosas que delimitam o segmento de texto estudado.

Palavras-chave.Fonética acústica; fonoestilística; modelamento prosódico, taxa de elocução; pausa silenciosa.